Ele tinha me surrado, me deixado sangrando no chão do hotel, tinha me deixado sem comer naquele dia também. Pois eu sou uma p**a estúpida, e não merecia viver. Eu me afoguei em águas geladas, me deixei afundar. Até acordar gritando, com Anthony sobre mim de novo. Preocupado de novo. Mas dessa vez, consegui correr até o vaso antes de despejar meu jantar, almoço e café da manhã contra a cerâmica. Ele tinha pedido a dois dias que eu fosse a psicóloga, ele tinha implorado ontem a tarde, quando eu estava me tremendo na porta incapaz de avançar até o elevador que eu fosse a uma consulta. Mas como eu iria até lá, se eu não consigo sair do apartamento? Se ficar entre aquelas portas metálicas me levam até ele, até a arma contra a minha cabeça. Ela ficou ao meu lado, segurando meus cabelos

