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Senhor Luxúria. (livro 2 da série Hills e agregados).

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intro-logo
Blurb

Thomas e Bruna se conhecem desde que são crianças. Foi na adolescência que os sentimentos entre eles mudaram. Logo, o desejo e as constantes confusões tomaram conta de suas vidas. 

Como um devasso assumido, ele não perde tempo e desfruta bons momentos na companhia de mulheres dispostas ao prazer. Entretanto, nem tudo são flores, e o nosso devasso não sabe lidar com um sentimento chamado ciúme quando se trata da bela Bruna.  

Os dois vivem em pé de guerra, mas em um determinado momento, a incontrolável vontade de pertencerem um ao outro, falará mais alto. Com medo de perder seu grande amor, Tom não irá medir esforços para tê-la ao seu lado. Porém, entre o esforço para fazer o certo, está à disposição para tropeçar no errado e afastar a Diaba de vez...

Bruna, com ajuda de suas amigas, fará de tudo para colocar esse mulherengo em seu lugar, ou seja, ao seu lado. Só que, antes disso acontecer, incansáveis brigas e desencontros, se farão presentes no caminho deste casal. 

Nossa Diaba espera que o Senhor Luxúria assuma seu amor por ela e lhe entregue seu coração por completo. Todavia, quem conhece esse jogador de vôlei, sabe que ele dificultará ao máximo até que haja paz em suas vidas. 

É possível um amor ainda na adolescência, suportar tantos atos incompreendidos? 

(Atenção livro para maiores +18. O livro contém cenas hot e palavras de baixo calão).

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Prólogo I
Eu sou Thomas Hills, tenho 26 anos e vocês já ouviram falar de mim. Mas para quem ainda não sabe, tenho cinco irmãos; dois homens, André e Alex, e três mulheres, Heloísa, Karen e Letícia. Sou jogador de vôlei da seleção brasileira, também formado em Educação Física. Pretendo usar minha formação quando deixar as quadras, de atacante para técnico. Sei que estou sendo pretensioso, mas não sou homem de poucas conquistas. Na minha vida tenho um único dilema que me balança quanto a essa convicção. É! A Índia gostosa! Essa mulher está acabando comigo. Ela me faz perder a paciência e a consciência. Vocês conseguem entender o tamanho do meu drama? Imagino que não, já que eu mesmo não consigo. Bruna. Esse é o nome da maldita que me atormenta há anos. Vou contar para vocês como tudo começou... A perfeição, ― em forma de mulher ― mas não se enganem porque aquela Índia é uma diaba, ainda era menina quando se mudou para a casa ao lado da casa dos meus pais. E logo se tornou unha e carne com minha irmã Karen e minha prima Jade. As três não se largavam por nada. BRUNA. Até para falar o nome dela tenho dificuldade. Ela é uma mulher linda, tem cabelo castanho e olhos negros. Seu sorriso é fodasticamente lindo. E seu corpo; hipnotizante. Como eu falei, vivo atormentado. Voltando para a época em que se mudou e se infiltrou na minha casa. Logo nos tornamos amigos e íamos todos juntos à escola. Admito que ameacei ― sim ― todos os meninos da escola e do time de vôlei que tentaram se aproximar dela. E sim, também cheguei a socar alguns por terem a ousadia de convidá-la para ir ao shopping ou até ao cinema. Não permitia, e até hoje não quero nenhum desses fodidos perto dela. Todavia, há uma diferença muito grande entre eu permitir deles obedecerem, como faziam antes. Basta ela sorrir para que eles caiam na dela. Perigosa. Quando eu tinha quinze anos e ela treze nos beijamos pela primeira vez. Porém, como sempre, a atrevida me levou à loucura. Nós estávamos na piscina da casa dela quando Karen recebeu um telefonema do clube e minha mãe a levou para saber do que se tratava, e, com isso, me deixou sozinho com Bruna, já que seus pais estavam trabalhando. Eu a olhava em seu pequeno biquíni laranja quando me perguntou: ― Tom, você me acha bonita? Na hora quase fui sincero e falei o que não deveria, mas, por um milagre, me esquivei: ― Você não é feia. Ela não gostou da resposta. E continuou: ― Já teve vontade me beijar? Provoquei um pouco mais. ― Sou homem, tenho vontade de beijar qualquer garota que me da mole. ― Mesmo as feias? ― Bruna, sabe que meninas para eu beijar não faltam. Nem sempre a beleza é o que conta. ― Você me beijaria? ― Se aproximou mais. Porra! Os cabelos molhados e o sol tocando sua pele me deixaram sem saída. Eu me aproximei, a puxei pela cintura e então a beijei. Foi um beijo simples. Fiquei surpreso por ela saber corresponder, e irritado ao mesmo tempo. Como sabia se só tinha 13 anos? Antes de tirar satisfação, dei mais um selinho. Sempre tive vontade de beijar essa garota. Que inferno! Quem foi o maldito que a tocou antes de mim? Parei o beijo. Ela estava ofegante. ― Quando e quem foi o atrevido que te beijou antes de mim? Ela começou a rir. Saiu de perto e nadou até a outra borda. ― Por que, Tom? Está achando que é meu primeiro? Achou mesmo que eu era BV até hoje? ― Menina, você só tem 13 anos! Como pode ficar beijando por aí? ― Podendo, e usando a mesma conversa que usei com você. Sabe, Tom, os garotos normalmente não resistem. Todos me adoram. Jamais me negariam um beijo. Quando terminou de falar aquela sandice, me revoltei, sai da piscina e fui pra casa. Eu estava com tanta raiva dela, fez de propósito. Que raios de garota! Está acostumada a fazer isso, e nós homens caímos como idiotas em sua conversa. Que ódio dessa diaba! Ela fica com outros garotos. Coitado do i****a que tenha tocado nela quando eu descobrir quem ele é. Depois disso não falei mais com Bruna por um bom tempo, a ignorava o máximo que conseguia. O difícil era fazer os babacas saírem de trás dela. Eu não queria vê-la com nenhum deles. Mas sempre me provocava, ficava de conversinhas nos corredores da escola. O pior era quando estávamos treinando, Bruna chegava e se sentava na arquibancada. Eu queria matar todos que a olhavam com más intenções. Com quantos deles eu sai no braço no vestiário? Perdi a conta, estava sempre m*l-humorado. E por causa de sua ousadia, acabava saindo com outras e descontava nelas a minha frustração. Minha mãe nos impediu de ficar com as amigas das nossas irmãs. Sabe por quê? O engraçadinho do meu irmão mais velho, o André, certa vez se trancou com a Simone na dispensa, e já estava com os dedos em sua calcinha quando minha mãe os descobriu ― segundo ela, os convidados eram de sua responsabilidade e não queria confusão com os pais ― nos proibiu por este motivo, nós, evidentemente, como bons filhos, não respeitamos e continuamos beijando o rodízio de meninas que frequentavam nossa casa. As garotas que eu mais gostava eram as amigas da minha irmã Heloísa, por serem mais velhas, me ensinavam algumas coisas, sempre gostei taradices. E quanto mais safada, mais eu gostava. Uma delas, a Priscila, nossa... Essa era quente. O que fizemos trancados no meu banheiro foi do c****e na época. O que aquela mulher fazia com a língua, rapaz, nem te conto... Com o tempo fiquei experiente, mas me fazia de virjão só para que fossem safadas comigo. Vou te falar, era uma pior que a outra. Também tinha a Andressa, cara, essa mulher sabia cada posição... Segundo ela, decorou todas e queria experimentar comigo para saber se eram boas. A doida trouxe até uma das amigas para o meu quarto, e transamos nós três, foi meu primeiro ménage. Certa vez, ela estava na posição que usamos para dar estrela, e me falou para fode-la. Fodi, e bem fodido, gozava como um doido. Imaginem vocês; um adolescente de apenas dezesseis anos pegando as garotas de dezoito que frequentavam sua casa para fazer trabalho de faculdade com a Helô. Eu só ficava de tocaia, elas chegavam e poucos minutos depois entravam no meu quarto já trancando a porta. Nem sempre ficava só com uma no mesmo dia. Teve vez de uma sair e cinco minutos depois, outra já vir direto deitar na minha cama, e transamos como animais. Foi uma época boa. Voltando à gostosa ― e como ― Bruna. Na festa de 15 anos da Karen, foi minha parceira na valsa. Claro que não deixaria que ela dançasse com outro. E sempre dava um jeito de estar presente nas conversas de organização dos pares. Até que no final minha irmã falou que como éramos amigos, seria bom se fossemos um casal. Tomei posse daquilo. Nessa época, Bruna já tinha dezesseis, um ano mais velha que minha irmã. Atrasou-se na escola porque seus pais mudaram de cidade algumas vezes antes de se tornar nossa vizinha. Por isso elas estão na mesma turma. Na festa, não a deixava conversar com nenhum dos meninos. Logo já fazia uma careta assassina para o tal se afastar. Vocês vão entender o porquê disso. Bruna estava linda, usava um vestido longo dourado. Imagine aquela menina da cor do pecado vestida com um modelo dourado que caia perfeitamente em seu corpo escultural. Nem fodendo que ia deixar algum marmanjo encostar as mãos nela. Porém, nesse dia só cometi um único vacilo, e ela viu bem na hora. Tinha uma porta no salão de festa, eu tinha acabado de convencê-la a ir comigo. Bruna jogou duro, mas aceitou, para minha alegria. O f**a foi que já estava no fim do meu primeiro ano da faculdade, e tinha a Vanessa, uma ruiva que eu pegava direto, e que estava na festa a convite de Karen. Nós entramos pela tal porta, e deixei a luz apagada para não sermos pegos. ― Bruna, eu quero te beijar, você também quer? Vamos esquecer aquele episódio? O episódio já completara mais de quatro anos, mas parece que foi ontem. Ela nunca mais falou comigo, e eu tinha raiva de saber que não fui o seu primeiro beijo. Nos recusávamos a conversar e eu aliviava-me com as outras. ― Depende, Tom, se depois que sairmos daqui você se esfregar com qualquer outra, pode esquecer. Sei que vem boicotando os meninos que querem sair comigo. Pois bem, para que eu fique na minha e não conte aos seus pais o que anda fazendo, ou até o que já fez com as amigas da Heloísa, vai parar de atrapalhar e me deixar ficar com quem eu quiser. Na mesma hora me enfureci com suas palavras. Como assim ela queria ficar com outros garotos, eu não era suficiente? Peguei-a desprevenida e a beijei com força. Se aceitou minha língua invasora? Sim, p***a. Nessa hora me irritei ainda mais. Estava com muita raiva e me perdi em sua boca. Com uma mão, ela tocava minha nuca e passava pelo meu peito. A maldita não era nada inocente. Sua outra mão se esfregava no meu p*u por cima da calça. Que ódio! Quem ela já tocou para saber o que fazer com um homem dessa forma? Minhas mãos desceram para sua b***a, e foi nessa hora que enlouqueci. A abusada estava sem calcinha, como se atreveu a ir sem calcinha? Afastei-me e esmurrei a parede. ― Por que parou? ― A diaba perguntou irritada. ― Cadê sua calcinha? Como se atreveu? Quem te ensinou a tocar em um homem assim? Você tocou meu p*u. Quando e com quem já fez isso? ― Primeiro, de onde tirou que nunca toquei em um p*u antes? Segundo, como ia usar calcinha com esse vestido marcando tudo? Poxa! Esperava mais de você! Dito isso, deu as costas e me deixou com toda a minha frustração. Quando estava saindo para ir atrás dela ― porque sabia que beijaria outro se eu não agisse rápido ― ainda estava de p*u duro, imaginando sua b****a linda sem calcinha. Vanessa me abordou, e bastou passar a mão no meu p*u que a puxei porta adentro. Mesmo local que estava segundos atrás. Foi nessa hora que tudo deu errado. Só me dei conta do que fazia quando a porta se abriu e Bruna nos flagrou. Na mesma hora tentei deixar Vanessa e sair correndo atrás dela. Vi em seus olhos como ficou chocada e decepcionada com a cena. Eu tinha acabado de beijá-la e já estava comendo outra. Aliás, foi tudo muito rápido e meu p*u precisava de alívio. Então dei estocadas rápidas e fortes por estar com raiva de nós dois, e principalmente da Vanessa por me f***r com a diaba, gozei rápido, tirei o preservativo e foi subindo o zíper da calça que sai para tentar encontrá-la. Quando voltei para o salão não a encontrei mais. Já estava desesperado com várias teorias, segui para a área externa ― o lugar onde acontecia a festa era gigante ― olhando na direção do estacionamento, até que a vi. Ela estava com o Mateus, meu parceiro de equipe, ele estava com as mãos no corpo dela. A raiva me tomou, estava enfurecido, quando ia partir para cima deles, meu irmão Alex me impediu. ― Nem pense em fazer besteira, Tom. Vamos conversar sobre isso, vem! Contrariado, o segui, mas não falei sobre o assunto. Depois desse dia, não trocamos mais nem uma palavra até a sua formatura do ensino médio... Ficar sem falar com ela e não saber o que fazia de sua vida, eram duas coisas bem diferentes, porém, incomodavam igualmente. Minha vida, desde que a vi, se tornou um dilema sem fim.

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