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Relatos eróticos 2

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Bem vindos ao segundo livro de relatos eróticos. Você que gosta de desfrutar de uma boa história erótica, veio para a seção certa. Aqui você encontrará as histórias de sexo mais pervertidas e mórbidas.

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Capítulo 01. Gosto de homem grande
Me chamo Pietra, tenho 1,55m, 45kg, cabelo preto liso e pele branca que queima no sol em cinco minutos. Sou a definição de “pequena e frágil”. E desde sempre, o que me dá mais tësão é o contrário disso. Homens grandes, altos, fortes. E preferencialmente, nëgros. A estética me excitä, a førça me deixa molhäda. No Tinder, meu filtro era básico, altura mínima 1,85m e, se possível, que parecessem poder me quebrar ao meio com as mãos. Foi assim que conheci o Cleber. A foto era só uma silhueta contra o sol, mas dava pra ver a largura dos ombros, a postura. A conversa foi direta. Ele: “Cuidado, gosto de mulher pequena pra carregar no colo”. Eu: “Cuidado você, que gosto de homem grande pra me esmagar na cama”. Marquei de ir na casa dele no sábado. Quando ele abriu a porta, prendei a respiração. Cleber era mais lindo pessoalmente. Devia ter 1,90m, ombros que quase não cabiam no vão da porta, braços grossos que esticavam a camiseta preta. E a pele, um tom de ébano lindo. Ele sorriu, dentes branquíssimos. — Pietra, né? Tá parecendo uma boneca. Entra. — E você tá parecendo um jogador de basquete. Cabe na sua casa? — brinquei, entrando. O apartamento era simples, mas limpo. A gente tomou uma cerveja no sofá, a conversa fluiu fácil. Mas o tempo todo, sentia o olhar dele pesado em mim, percorrendo meu corpo pequeno no vestido justo. E eu olhava pra ele, imaginando as mãos grandes dele em mim. Até que não aguentei. — Cleber, chega de conversa fiada. Eu vim aqui por um motivo. — É mesmo? E qual é? — perguntou, colocando a garrafa no chão. — Você sabe. Me levantei, fechei a distância e subi no sofá, de joelhos ao lado dele, pra ficar mais ou menos na altura do rosto dele. Coloquei as mãos no peito largo dele. — Quero ver se você é tudo isso que parece. Ele não disse nada, só pegou minha cintura com as duas mãos, suas mãos quase a cercavam completamente, me puxou pra cima dele, me sentando de cavalinho no seu colo. O volume düro e enorme do seu paü pressionou minha bucetä através das roupas. A gente se beijou, e foi um negócio animal. Ele dominava minha boca completamente, a língua dele invadindo, as mãos descendo pelas minhas costas até apertar meu bümbum, que cabia toda numa das mãos dele. Me esfrëgava nele, gëmendo feito uma gata no ciø. — Vamos pro quarto, boneca. Antes que eu te rache nesse sofá — sussurrou no meu ouvido. No quarto, a cama parecia enorme, e eu, minúscula nela. Ele tirou a camiseta, quase caí pra trás. O torso dele era uma obra de arte, músculos definidos, peitoral largo, abdômen trincado. E a calça do moletom não escondia nada. Um volume impressionante. — Deita, bonequinha — ordenou, obedeci, deitando de costas. Ele se ajoelhou aos pés da cama, puxou meu vestido pra cima e, num movimento, arrancou minha calcinha. Abriu minhas pernas e colocou meus pés nos ombros largos dele. A visão dele ali, nëgro e enorme, entre minhas pernas brancas e finas, foi o ápice do meu tësão. — Vou te cømer até você esquecer seu nome, branquinha — prometeu, e então baixou a cabeça. Lämbeu meu clitórïs inteiro, depois focou nele com movimentos rápidos e precisos, enquanto dois dedos enormes entravam na minha büceta, enchendo-me completamente. Eu gëmia alto, me contorcendo, me sentindo invadida, üsada, da maneira que sempre quis. Ele me fez gøzar rápido, um orgäsmo intenso que me fez gritar e agarrar os lençóis. Antes que o tremor passasse, ele se levantou. Tirou o moletom e a cueca. E aí eu vi. O paü dele era longo, grosso, escuro, com veias saltadas. — Agora você — disse, deitando-se de costas na cama. — Vem provar meu cacetë pretø. Subi por cima dele, na posição inversa. Minha büceta ficou sobre o rosto dele, e meu rosto, sobre o paü dele. Ele não perdeu tempo. Enquanto sua boca voltava a me atacar, agora com língua e dedos no meu cüzinho, envolvi o m****o dele com as mãos. Mäl consegui cercar a circunferência. Lambei a cabeça, sentindo o gosto salgado dele, antes de tentar engolir o máximo que pude. Era uma luta deliciøsa, sentir aquela rolä enorme na minha boca, enquanto a língua dele me levava a outro orgäsmo, mais profundo. Me contorcia toda, tentando chüpar e me entregar ao mesmo tempo. — Chega, branquinha — disse — Quero te fodër. Ele me virou de costas, me pôs de quatrø na cama. Ficou atrás de mim, seu corpo enorme encobrindo o meu completamente. Uma das mãos dele segurou os dois meus pulsos nas costas, imobilizando-me. A outra guiou a cabeça do paü até a entrada da minha büceta. — Ahhh! Porrä! É muito grande. — Relaxa, branquinha. Vai caber tudinho. Ele empurrou, a entrada foi um estiramento intenso, uma queimadinha gostøsa de ser aberta por algo tão grande. Gëmi, um som entre dør e êxtase. Ele parou, deu uns beijos no meu ombro, e continuou, devagar no começo, cada centímetro uma conquista. Quando estava todo dentro, me sentia impalada, preenchida até a alma. Ele começou a se mover. Era uma førça brüta, controlada, cada investida dele me empurrava pra frente na cama. A mão que segurava meus pulsos me mantinha no lugar, me fazendo sentir ainda mais vulnerável. A outra mão se agarrava ao meu quadril. — Caralhø… que büceta gostosa. O ritmo foi ficando mais rápido, mais forte. Sentia ele em todo o meu corpo, em cada célula. O orgäsmo veio como um raio, me sacudindo viølentamente. tremi, me contraí, e senti ele responder. Soltou meus pulsos, agarrou meus quadris com as duas mãos e enterrou até o fundo, rugindo. Senti a porrä quente dele me preenchendo, profundas e intermináveis. Ele desabou em cima de mim, o peso enorme me esmagando na cama de um jeito que adorei. Depois de um minuto, ele rolou pro lado, me puxando contra seu peito suado. — Tá viva, boneca? — Por um triz — respondi, ofegante. — Mas pode recomeçar quando quiser.

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