Desde que meu pai foi embora, minha mãe vive num eterno “quase”. Quase feliz, quase realizada, quase se encontrando. Até que apareceu o Téo. O tal “Téo, muito gente boa” que ela não parava de falar. Quando ela anunciou que ele ia jantar conosco, pela primeira vez, para “oficializar”, só consegui pensar em uma coisa: testar o caráter desse cidadão. A cena foi perfeita, minha mãe, toda nervosa, preparando uma lasanha. Eu, decidida a sabotar com classe. Escolhi um short tão curto que mäl cobria o necessário e um top bem curto. Quando a campainha tocou, fui abrir a porta. O Téo era… surpreendente. Não tinha cara de “gente boa”. Tinha cara de homem safädo. Alto, uns 40 e poucos anos bem vividos, olhar direto. Quando me viu, os olhos dele percorreram meu corpo num piscar de olhos antes de volt

