Capítulo 17. Provøquei o namorado da minha mãe

941 Words

Desde que meu pai foi embora, minha mãe vive num eterno “quase”. Quase feliz, quase realizada, quase se encontrando. Até que apareceu o Téo. O tal “Téo, muito gente boa” que ela não parava de falar. Quando ela anunciou que ele ia jantar conosco, pela primeira vez, para “oficializar”, só consegui pensar em uma coisa: testar o caráter desse cidadão. A cena foi perfeita, minha mãe, toda nervosa, preparando uma lasanha. Eu, decidida a sabotar com classe. Escolhi um short tão curto que mäl cobria o necessário e um top bem curto. Quando a campainha tocou, fui abrir a porta. O Téo era… surpreendente. Não tinha cara de “gente boa”. Tinha cara de homem safädo. Alto, uns 40 e poucos anos bem vividos, olhar direto. Quando me viu, os olhos dele percorreram meu corpo num piscar de olhos antes de volt

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD