Sou Tata. Era quase 19h, estávamos voltando da casa de praia, todo mundo morto de cansaço e alguns ainda bêbados. Minha mãe foi dirigindo, porque era a única sóbria. Minha tia Clara pegou o banco do passageiro. E atrás, amontoados, foram os três filhos da minha tia, meu padrasto e eu. Na ida, eu tinha vindo no colo dele. Na volta, ele já estava sentado, e sem cerimônia, sentei de novo. Era uma viagem de quase três horas e, como todos estavam cansados, dormiram. Minha mãe colocou uma música baixa para disfarçar o sono e eu, safadinhä como sou, comecei a me mexer de propósito no colo do meu padrasto. Ele acordou de paü duro, estava usando um short de pano mole, e eu, minha saída de praia e meu biquíni minúsculo por baixo. Não olhei pra trás, mas senti o corpo dele ficar tenso. A respiração

