Me chamo João, tenho dezenove anos, e minha maior qualidade, ou defeito é ser prestativo. Foi por isso que, quando o Caíque esqueceu o carregador na minha casa depois do rolê, decidi passar lá pra devolver no dia seguinte. O plano era só deixar com ele, trocar uma ideia e vazar. O plano falhou feio. Quem abriu a porta não foi ele. Foi a dona Telma. A dona Telma, mãe do Caíque. Ela devia ter uns quarenta e poucos, mas püta que pariu, o tempo tinha congelado pra ela. Cabelos castanhos longos, uns olhos claros que pareciam ver tudo, e um corpo… um corpo daqueles que faz um cara esquecer o próprio nome. Ela usava um vestidinho de algodão, daqueles simples, que só deixava tudo mais gostoso por causa do que escondia, ou não escondia. A curva dos peitøs, a cintura fina, a marca do sutia sob o t

