Me chamo Malia, e se tem uma coisa que aprendi cedo, é que o que a minha irmã mais velha tem, eu quero experimentar. Não por mäldade, só por… curiosidade. E o Luiz, marido dela há cinco anos, sempre foi um objeto de dësejo particular. Ele é o cara bom, o marido dedicado, o que conserta as coisas. Inclusive a minha máquina de lavar que quebrou no sábado de manhã. “O Luiz vai aí, ele entende disso”, minha irmã disse pelo telefone, desconfiada de nada. Me certifiquei de estar usando aqueles shorts jeans curtíssimos que sei que ficam ótimos no meu bumbüm, e uma camiseta velha, sem sutiã. A maquiagem, leve. O cenário, perfeito. Quando ele tocou a campainha, abri a porta com um sorriso largo. — Luiz, meu herói! Tava quase lavando roupa no tanque. — Malia, tudo bem? — respondeu, sorrindo, mas

