Capítulo 03. Sëxo com Minha Professora da Faculdade

1114 Words
Helena Martins era um terror, a mais rigorosa do departamento de Direito, com aqueles óculos de aro fino, os terninhos impecáveis que escondiam um corpo que, francamente, era assunto de conversa de todo o campus. E ela me odiava. Ou pelo menos, era o que eu pensava. Naquela tarde, fui chamado à sala dela depois da última aula. O corredor estava vazio. Bati na porta de vidro fosco. — Entre. Ela estava atrás da mesa, revisando uma pilha de provas. Nem olhou para cima. — Rafael, sua prova foi, para ser gentil, um desastre. — Eu sei, professora. Tive uns problemas… — Problemas não são minha responsabilidade — ela cortou, finalmente erguendo os olhos. O olhar era de gelo. — Sua falta de dedicação é ofensiva. Você é um aluno medíocre, que claramente acha que o charme e os músculos bastam para passar na minha matéria. O “charme e músculos” me pegou de surpresa. Algo mudou no ar. O insulto não saiu com räiva pura. Saiu com… frustração. E o olhar dela, por um milésimo de segundo, desceu do meu rosto para o meu peito, antes de voltar, ainda mais furioso. Foi aí que a coragem, ou a estupidez, veio. Em vez de baixar a cabeça, inclinei-me para frente na cadeira. — Talvez eu só não esteja sendo testado nas coisas em que sou realmente bom, professora. Ela congelou, a caneta na mão dela parou de girar. O silêncio na sala abafada era pesado. — O que você quer dizer com isso? — a voz dela saiu mais baixa, um fio de curiosidade venenësa. — Quero dizer — falei, devagar, me levantando e dando alguns passos até a frente da mesa dela — que talvez o problema não seja a minha capacidade de aprender. Talvez seja a sua capacidade de… me motivar. Ela não recuou, ficou sentada, olhando para mim como se eu fosse um experimento interessante. Um sorriso minúsculo, perverso, tocou os lábios dela. — E que tipo de motivação um aluno medíocre como você precisa? Foi a deixa, cruzei a distância final, colocando minhas mãos na mesa, me inclinando sobre ela. Nosso rosto estava a centímetros. — Uma motivação, gostosa. Ela não piscou, em vez disso, seus olhos percorreram meu rosto, minha boca, meu pescoço. Então, com um movimento deliberado, ela tirou os óculos e os colocou sobre a prova. — Tá bom. Vamos ver no que você é bom, então. Me mostra. A ordem foi dada, meu coração batia como um tambor. Me afastei da mesa, olhando para ela, que se levantou, contornou a mesa com a graça de uma pantera, e parou na minha frente. A altura dos saltos altos a deixava quase no meu nível. — Ajoelha — ela ordenou. Eu obedeci, ela passou a mão pelo meu cabelo, quase maternal, antes de abrir o zíper da minha calça jeans. Suas mãos eram frias e firmes. Ela puxou meu paü para fora, já completamente düro e latejando. — Medíocre? — sussurrou, sarcástica, envolvendo meu cacetë com a mão. — Nem tanto. Ela se ajoelhou no chão a professora Helena Martins, de joelhos no chão da sala dela. A visão foi quase suficiente para me fazer gøzar ali mesmo. Ela não fez rodeios. Abriu a boca e me engoliu. Soltei um gëmido que não pude conter. A boca dela era uma coisa milagrosa, quente, úmida, e incrivelmente hábil. Ela usava a língua de um jeito que me fez entender por que ela era tão boa com as palavras. Sügava, lämbia a cabeça, descia até a base e voltava, os olhos fechados em concentração, como se estivesse decifrando um texto complexo. Sua mão trabalhava nas minhas bolas, e a outra se agarrava à minha coxa. — Professora… pørra… — gëmi, minhas mãos se enterrando nos cabelos presos dela, desfazendo o coque. Ela acelerou, senti o meu orgäsmo se aproximando, rápido e incontrolável. — Para… para, ou eu vou… — supliquei. Ela parou, deixando meu paü sair da boca dela com um som molhado. Seus lábios estavam brilhantes. — Agora é a minha vez de avaliar sua técnica. Ela se levantou, de costas para a mesa grande. Com um gesto, ela puxou a saia para cima. Por baixo, havia uma lingerie de renda vermelho, daquelas caríssimas. Se sentou na beirada da mesa, afastou a renda para o lado e se recostou nos braços. — Vamos lá, aluno. Mostre que você é aplicado. Engoli em seco e me aproximei. Coloquei as mãos sob suas coxas e puxei-a para a borda da mesa. E então, mergulhei. O gosto dela era intenso, sofisticado como seu perfume. Limpa, salgada, com um fundo doce. Lambi com devoção, focado em dar o melhor de mim. Explorei cada dobra com a língua, enfiei dedos dentro dela sentindo sua umidade quente, e depois foquei no clitórïs, fazendo movimentos circulares rápidos e depois sucções fortes. A reação dela foi minha nota. Seus gëmidos, baixos e roucos, eram melodia. Suas mãos se agarravam aos meus cabelos, me puxando mais para perto. — Isso… bom garoto… assim… você estuda bem essa matéria — ela ofegava, os quadris se movendo contra minha boca. Continuei, sentindo o corpo dela ficar tenso, as pernas trëmendo ao redor da minha cabeça. Quando ela começou a gëmer mais alto, sem conseguir formar palavras, sabia que estava perto. — Vai, professora. Gøza gostoso na minha língua — murmurei contra sua pele. Ela estremeceu, um arquejo contido saindo de sua garganta, e seu corpo foi sacudido por um orgäsmo silencioso e poderoso. Senti pulsar na minha língua, e continuei até o último tremor passar. Ela ficou ofegante, desarrumada, linda. Me puxou para um beijo selvagem, o gosto dela ainda na minha boca. — Nota dez, garoto — respirou. — Mas a prova final ainda não acabou. Ela desceu da mesa, me virou e me empurrou para sentar na sua cadeira de couro. E, subiu em mim, de frente, guiando meu paü para dentro da sua büceta. O gëmido que saiu de nós dois foi de pura conquista. Ela era incrivelmente apertada. Começou a cavalgar, controlada no começo, ditando o ritmo, seus olhos grudados nos meus. — Seu aluno levado. É nisso que você é bom? — perguntava, cada palavra sincronizada com uma descida poderosa. — Sim… é nisso que sou bom, professora — gëmi, minhas mãos agarrando seus quadris, ajudando-a. O ritmo dela perdeu o controle. Os gëmidos ficaram mais altos. — Ahhh, CARALHØ. Eu vou… — ela gritou. — Eu também… — murmurei. Gozämos juntos, ela, contraindo-se em volta de mim com um tremor violentø. Explodi dentro dela, enterrando o rosto no seu pescoço. A sala ficou em silêncio, só com o som da nossa respiração ofegante.
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