A expressão de Julius é um misto de raiva, incredulidade, impaciência e aversão. Eu fecho os olhos e respiro fundo, mas não consigo evitar as lágrimas. Ainda assim, me forço a olhar nos olhos dele. — Me perdoe, Julius! Eu não queria te usar e... — Me usar? — a voz amargurada, e ligeiramente alterada de Julius me choca, e mais lágrimas escorrem dos meus olhos. — Eu... olha... Julius eu... — as palavras somem. Julius respira fundo de olhos fechados. Parece estar tentando se equilibrar. Quando ele me olha novamente, seus olhos estão neutros e distantes... não vejo mais o brilho da paixão que ele tinha por mim. — Eu realmente não sei o que dizer, Sars... — a amargura toma conta do rosto dele. — Vou ver as crianças. — Julius... me perdoa? Sem falar mais nada, sem olhar para mim, ele m

