Capítulo 215

1010 Words

MV narrando Eu caminhava de um lado para o outro na pequena sala escura onde se reunia com meus vapores de confiança. Os meus olhos vidrados na tela do celular, eu ria de canto de boca ao reler a mensagem de Igor. Acendo um cigarro, trago fundo e solto a fumaça devagar, como se saboreasse cada segundo daquilo que eu considerava uma jogada de mestre. — Essa briga dela com o Vespa… — eu começo, encarando os homens à minha volta — …foi a cereja do bolo. Ninguém tira a atenção dela mais fácil do que aquele cara. E agora que ela tá de saída do morro, achando que vai respirar paz… — faço uma pausa dramática, sorrindo — …ela tá mais vulnerável do que nunca. Um dos vapores tento questionar: — Mas, chefe… e se ela tiver armando? Eu gargalho, debochado. — Se ela tivesse armando, não ia estar p

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