Vespa narrando Estava sentado nos degraus da entrada da casa da minha mãe, com os olhos perdidos no horizonte do morro, eu respirava fundo após uma madrugada de caos. Passei um dia fodido arrumando a bagunça que essa invasão deixo, liberando meta para morador que teve a casa atingida, para família que perdeu alguém que tava no corre. Curinga se aproximo, parando ao meu lado, também em silêncio. — Nunca pensei que diria isso, mas... não foi r**m descobrir que o GB é meu irmão. — disse, soltando a fumaça lentamente. Curinga me olho de canto, curioso com a sinceridade repentina. — O cara chego na humildade, no meio do fogo cruzado, e ainda seguro a barra com a gente. Deu a maior força pra organizar a quebrada depois da invasão. Não viro as costas. — completo, com firmeza. Curinga asse

