Curinga narrando — Esse filho da p**a do M.V. não tá dando sossego... — rosno com os olhos fervendo de fúria. — O arrombado tá brincando com a nossa mente. Tá plantando terror e se alimentando disso. Eu bato com o fuzil contra a parede com força, respirando fundo. — A gente não pode cair nesse jogo, p***a! Temos que ser mais espertos que ele. Se ele quer psicologia, a gente dá tática! Se ele quer terror, a gente dá precisão! Mas não vamos mais dançar na música dele. Vespa assentiu, firme. A guerra já era pessoal. Mas dali em diante, seria no nosso campo onde nos dominava: o da estratégia. Na sala da boca, o som dos rádios e o murmúrio tenso dos homens se misturavam com o cheiro de pólvora ainda recente no ar. Vespa estava encostado na parede, com os braços cruzados, ao meu lado, Tigr

