Vespa narrando O silêncio que se instauro depois do grito de Natalia era ensurdecedor. Todos ainda estavam digerindo o peso daquela imagem as ossadas ardendo em chamas, o cordão da mãe dela reluzindo entre os ossos como um lembrete c***l da maldade de MV. Eu passo as mãos no rosto, tentando conter o turbilhão dentro de mim. O grito da minha mulher ecoava em minha mente, como se tivesse ficado gravado ali, latejando. — Doente... — eu murmuro, quebrando o silêncio. — Essa é a palavra que define a cabeça desse filho da p**a do MV. Doente, psicopata... Eu não conseguia continuar. Engoli em seco, sentindo um nó apertando a minha garganta. O grito dela... foi pior que qualquer bala que eu já tomei na vida. Pior que perder parceiro. Pior que ver irmão tombando. Foi tipo... ver o coração del

