Capítulo 2

1076 Words
Acordo com o despertador tocando, me espreguiço na cama e levanto logo em seguida, faço minha higiene matinal e depois troco de roupa e desço para a cozinha onde encontro meus pais. — Bom dia Papai, bom dia mamãe! — Bom dia.— responde meu pai — Bom dia filha.— responde minha mãe, sentamos na mesa para tomar café enquanto a televisão estava ligada em um jornal e passava notícia sobre o ranking do ano dos homens mais poderosos do país. — Hoje vamos anunciar os vencedores do ano na categoria de homens mais poderosos do país. O entrevistador fala e papai presta mais atenção na notícia. — E sem mais delongas vamos aos resultados.— Ele fala logo depois de explicar como esse evento funcionava.— O terceiro lugar fica para o advogado Jimmy Alcântara, O segundo lugar vai para o empresário da empresa Company Garcia_torres Mrcio torres — O QUE? ELES SÓ PODE ESTA BRINCANDO COM A MINHA CARA.— papai bate na mesa fazendo a jarra de vidro cair no chão e eu mais mamãe nós assutamos .— Como pode depois de tudo eles não me dar o primeiro lugar? Eu tenho mais dinheiro que todos eles, além de ser um dos principais representantes daquelas malditas ONGs.— papai reclamava enquanto o apresentador continuava com as notícias. — E o primeiro lugar como sempre vai para o queridinho de quase todas as mulheres que sonham em casar com Park Jong-un D'Ávila, o empresário de apenas 25 anos que se mudou da Coreia do … — Antes dele completar a frase Papai jogou a televisão no chão e mamãe me pediu para eu subir e fiz isso sem pensar duas vezes, mesmo eu estando muito preocupada com ela também, vai que ele tenta bater nela? E antes de chegar no corredor dos quartos escuto ele dizer. — Você vai sair do meu caminho morto ou vivo Park jong-un .— Ele diz com tanto ódio que sinto minha pele se arrepiar e entro dentro do meu quarto e fecho a porta. (...) Já era por volta das duas horas da tarde quando minha mãe entrou no meu quarto. — Já está pronta Emma? — Não mamãe, eu não quero ir, odeio hospitais.— reclamo pra ela fazendo a minha melhor cara de cachorro que caiu da caixa de mudança, mais minha mãe não dá o braço a torcer — Nem adianta você ficar com essa cara, a consulta já está marcada tenho certeza que em menos de uma hora já estamos de volta em casa — Tá bom então, AFF.— entro no closet e escolhi uma roupa quente para vesti e depois de pronta faço uma trança no cabelo e saímos de casa entramos no carro e mamãe dirigi para a clínica onde tinha uma hora marcada, a cada seis e seis meses eu faço um check up completo pois quando pequena eu tive uma gripe forte que acabou virando algo mais grave fazendo eu ter facilidade para ficar doente. Assim que chegamos no hospital mamãe estacionou o carro no estacionamento e descemos, e mesmo sem querer entramos naquele local que me dava muito medo, fomos até a recepção e mamãe falou com a mulher que estava ali que lhi entregou um papelzinho e subimos para o andar de cima, chegando lá ficamos em uma sala esperando chegar a minha vez. — Para com isso Emma, desse jeito você vai ficar sem mãos.— Mamãe me repreende por está roendo as pontas dos meus dedos, uma das coisas que eu faço quando estou nervosa. — Desculpa mamãe, mais eu não consigo me controlar — Emma Garcia — Escutamos o meu nome ser anunciado e mamãe me puxa pelo braço para que eu me levantasse da cadeira onde estava sentada, ela da uma batida na porta e não demora muito entramos na sala e vejo o sorriso da doutora Simone que sempre me atendia. — Bom dia senhora Garcia.— Ela comprimenta a minha mãe que sorri e faz o mesmo e logo em seguida a doutora Simone olha em minha direção.— Bom dia Emma, pela sua cara da pra perceber que ainda não se acostumou estou certa.— ela fala sorrindo e eu tento retribuir mais infelizmente sai mais uma careta. — Está certa sim, eu acho que nunca vou me acostumar, só estou aqui porque a mamãe me arrastou — Eh não duvido, bom sentem e vamos começar só assim você pode sair mais rápido. — É o que eu mais quero.— responde e a doutrina começa a fazer em mim uma p**a de exames, e depois de uma hora de relógio ela anota meu relatório. — Então doutora como ela está? Está tudo bem?— minha mãe pergunta preocupada — Sua filha está bem sim Vanessa, mais está precisando tomar algumas vitaminas, pois o sistema imunológico dela está um pouco baixo, eu vou anotar uma receita aqui e você entrega para a enfermeira da esse remédio para ela, tirando isso sua filha está com a saúde de ferro. — Tudo bem, eu vou fazer isso. — Minha mãe sorri e pega a receita e quando saímos da sala eu sinto uma sensação estranha dentro de mim, uma coisa estava me dizendo que não era para eu vim para esse hospital hoje. Chegamos na recepção e encontramos uma enfermeira e mamãe faz exatamente o que a doutora Simone pediu. — Me acompanhe por favor.— fala a enfermeira e fizemos isso, até que entramos em uma sala onde tinha outras pessoas — Aguarde aqui alguns minutos que logo seu nome será anunciado. — Tá bom. Ficamos alí até que meu nome foi chamado e quando íamos entrar na sala a enfermeira disse que minha mãe não podia entrar só o paciente, eu fiquei um pouco assutada mais como não tinha nada pra fazer, mamãe acabou ficando de fora e eu entrei, lá ela me mandou trocar de roupa e eu achei isso muito estranho, mais como eu era um pouco engenha fiz conforme ela me instruiu, e depois que estava deitada na cama sentir ela aplicando algo na minha veia e menos de alguns segundos já estava perdendo a consciência, mais antes ainda pude escutar ela dizer. — Eu não entendo como pode minha menina tão jovem como essa fazer esse tipo de procedimentos. Essas foram as últimas palavras que ouvir antes de minha visão ficar totalmente escuras.
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