Max olhava para Isabel dormindo nos seus braços com um misto de sentimentos. Ele não sabia explicar, só sabia que era aquele tipo de sentimento que fazia com que ele se sentisse como se pudesse flutuar, de tão leve que estava. A felicidade, para ele, tinha vários nomes, mas, no momento, apenas um refletia tudo o que ele sentia: Isabel. Ao olhar para trás, Max via que nunca havia sido realmente feliz, nunca tinha tido uma causa pela qual lutar, algo que fizesse o seu coração se entregar. Ele tinha amigos, e Klaus era seu melhor amigo. Ao ver como ele estava feliz com a pessoa mais improvável do mundo, Max percebeu que o que pensava sobre a verdadeira felicidade estava errado, e muito. No começo, Max pensava que havia renunciado a muitas coisas sem as quais não conseguiria viver. Agora ele

