Prólogo VI

1920 Words
Barão (Breno) Mina gostosa pra caralhø, nem sabia o nome dela e já tava de quatro na minha frente, quando meti daquele jeito na bucetä rosada dela que me apertava gostoso demais. Era a primeira püta que peguei apertadinha assim, geralmente só dava azar com as arrombada da quebrada e essa daqui tava naquele naipe, chega sangrou quando sentou no meu paü. Tô ligado que o pai aqui tem o paü GG, mas não era ao ponto de machucar assim. Metia freneticamente puxando o cabelo dela e distribuindo tapas na sua b***a, quando senti ela me apertar mais ainda com a bucetä e virei ela ansioso pra sentir o gosto dela de novo. De barriga pra cima, cai de boca nela, chupando com gosto e porrä que delícia era essa bucetinhä, não demorou muito pra ela tremer as pernas e forçar contra o meu rosto, gozando de novo. Encaixei nela entrando até o fundo e sabia que não ia demorar muito pra eu gozar, taquei um beijão daqueles nela sentindo meu paü pulsar chegando ao limite dentro dela. Me retirei devagar depois de um tempo distribuindo beijos no seu rosto e só me afastei depois de me assustar com o que eu estava fazendo, mina dormiu com o meu paü ainda dentro dela. Tomei meu banho rápidão e peguei minha carteira deixando um bolinho de dinheiro pra ela, pelos serviços, vazei dali com o meu celular e o radinho tocando sem parar. Paguei o motel e as despesas, passei voado pro morro que já já ia assumir o comando... Sabrina Souza 2 meses depois... Não sei que merda eu fiz da minha vida, dois meses atrás tudo que eu achei que eu ia conseguir conquistar desmoronou agora. Trabalhando feito louca para poder sair com Davi e Júlia as vezes, já que minha mãe começou me ameaçar caso o meu pagamento viesse menor que o de sempre, não parava um segundo e qualquer coisa que meus chefes mandavam fazer, eu ia na outra de tanto medo que eu tava tendo. Júlia tava falando que o tal Pitibull deu em cima dela e chamou pra ir numa festinha particular dele, quando perguntou com quem, ele riu e apresentou duas meninas pra ela. Isso no dia do baile e tô sabendo só agora. — Tu não vai contar mesmo com quem você saiu aquele dia? — Insistiu e eu sempre repetia a mesma coisa — Eu não sei quem ele é, já te disse isso — revirei os olhos — Só tirou minha pureza e foi embora enquanto eu dormia, me deixando dinheiro como uma p**a — disse envergonhada pela situação — Quando encontrar esse macho, me avise que vou quebrar a cara dele — falou enquanto arrumava a estufa dos salgados e eu dobrava os guardanapos — Sabe que tu mexendo nessas frituras tá me dando um nó no estômago de novo — reclamei, sendo a terceira vezes dessa semana que enjoava com isso — Tu não tá grávida não né? — ri sem graça negando — Certeza? — fiquei pensativa, mas assenti — Menstruação certinha? — ri negando — Sempre foi tudo bagunçado, então tá normal — ela negou — Deveria fazer um teste, pelo menos pra desencargo de consciência — fiquei quieta e o assunto morreu [...] Cheguei em casa vendo minha irmã com uma cara de b***a, ignorei para me concentrar na janta que fazia. Já passava da meia noite e ela não tinha saído, sempre saia antes de eu chegar em casa, o que me pareceu estranho. Sentada no sofá da sala com meu prato de strogonoff, vi quando ela desceu as escadas com um enorme sorriso no rosto e logo uma moto buzinou, com ela saindo de casa sem falar um A, era sempre assim. Corri na janela e observei uma moto que me pareceu conhecida, mas não consegui ver quem estava nela já que o poste de casa tapava certinho a pessoa da moto, quando ela subiu na moto e saiu rápido com a moto, não tive nem uma pista de quem seria. [...] Acordei mais uma vez passando m*l e na hora de passar o café comecei a vomitar muito. — Se arruma que tu vai no postinho, aí de você estar grávida garota s*******o — escutei minha mãe falar do lado de fora com seu leve tom de ameaça Quando consegui me manter firme de pé, até pensei em negar de me arrumar, mas sabia que se não fizesse ia ser pior. Então, com um custo enorme, fui pro quarto trocar de roupa. De cabeça baixa esperava o médico vir até à sala trazer os resultados dos exames, dei graças a Deus quando a enfermeira não deixou minha mãe entrar junto porque já sou maior de idade. O doutor entrou na sala abrindo os exames quando se sentou em minha frente, lendo tudo em silêncio. — Sabrina, isso? — assenti — Então Sabrina, você tá com uma leve anemia, falta de vitamina D e parabéns... — Fechei os olhos esperando que não falasse aquilo — ...você está grávida — senti meus olhos enchendo de lágrimas Minha mãe iria me matar assim que descobrisse e como iria achar o pai do meu filho, sem saber o nome dele? Meu mundo parecia girar quando senti minha visão turva e apaguei. [...] Acordei deitada na maca no mesmo consultório e o médico sentado do meu lado olhando para o aparelho em meu dedo, abriu um sorriso tímido ao me ver encarando ele. — Tá se sentindo melhor? — perguntou levantando — Acho que sim, tive um sonho louco — ele deu um meio sorriso — De que estava grávida? — assenti — Mas você realmente está — fechei os olhos sentindo uma vontade de vomitar — Calma, normal esse primeiro susto ao descobrir a gestação — suspirei — Eu tô lascada — ele deu uma risadinha — Tem como não falar nada pra minha mãe, caso ela pergunte? — ele assentiu — Claro, quer fazer uma surpresa para a vovó? — neguei — Tenho certeza que ou ela vai me matar, ou me expulsa de casa — disse querendo chorar e ele arregalou os olhos surpreso — Geralmente as vovós são as que mais ficam felizes com o bebê a caminho, mas caso precise de ajuda é só pedir para alguém no postinho chamar por mim, doutor Mateus — abri um sorriso enorme — Obrigada doutor, espero não ter que precisar, mas caso eu precise fugir, vai conseguir me ajudar? — ele riu assentindo — Vamos, vou te ajudar ficar de pé, consegue? — sorri concordando e sentei devagar Depois disso já consegui ficar de pé e a tontura não voltou, ele me receitou algumas vitaminas que auxiliam no bebê e na falta de ferro e vitamina D. Sai do consultório sendo acompanhada por ele, quando minha mãe levantou da sala de espera vindo até nós. — Então doutor, o que minha princesa tem? — deu seu melhor sorriso e gelei, apertei as mãos sentindo medo e senti o toque do médico nas minhas costas com o olhar calmo — Sua filha está com anemia e falta de vitamina D, dei a receita para as vitaminas necessárias e consegue pegar na farmácia do postinho, só pedir ajuda para alguma enfermeira — disse solicito e minha mãe me deu um olhar de reprovação — Ah claro, vamos filha? — assenti travada e ela pegou no meu braço quase me arrastando até o balcão de enfermagem [...] Não aguentava mais minha mãe e minha irmã, elas estavam me deixando louca. Amanhã era dia do meu pagamento do bar e do mercado, não sabia o que fazer com essa gestação e logo minha barriga iria aparecer, nem fazer o pré Natal eu conseguia fazer de tanto medo de elas descobrirem. Um mês tinha passado desde o dia que descobri a gestação e até agora nem a Júlia e o Davi conseguem me ajudar achar o pai do bebê que carrego, porque só eu que vi ele. Os dois me apoiaram super a cuidar do bebê e tô mega cansada esses dias. Tava no bar com a Júlia e final de semana ganharíamos folga, o morro tava agitado com o pagode que teria aqui no bar, o seu Tião resolveu fazer um dia por mês uma feijoada com os músicos de pagode daqui mesmo, pra ganhar um extra. O movimento começou aumentar pelas nove horas, vi quando chegou várias motos de uma vez e minha irmã entrou com um cara que não consegui ver o rosto, quando a Julia veio até mim no caixa. — Viu que a tua irmã tá com o chefão? — arregalei os olhos incrédula — Não acredito que tá andando com o pessoal do Pitibull agora — ela riu negando — Quem assumiu foi o Barão boba — puxei na memória o homem daquele dia e me pareceu familiar agora — Minha mãe nem deve saber dessas coisas que ela faz — Ju negou pegando alguns salgados na estufa — Tu é muito inocente, tua mãe sabe e deve é apoiar, são duas cobras — fiquei quieta pensando nisso Troquei de rodízio com seu Tião, que pediu pra eu atender as mesas junto com a Júlia, quando tive que ir levar duas bandejas com bebidas pra mesa que estava na rua. Sai equilibrando tudo quando soltei a primeira bandeja na mesa deles. — Licença — Pedi antes de tirar as garrafas De cabeça baixa pude escutar a risadinha debochada da Luana, mas não ergui meu olhar em nenhum momento pra ela. Quando senti alguém puxar meu braço. — Que pørra tu faz aqui? — aquela voz eu conhecia Olhei pra quem me segurava, era o homem daquele dia e o pai do meu filho, só lembrei dele agora e porque ele tava com minha irmã do lado? Minha cabeça deu um nó e senti uma tontura forte, me segurando da mesa deles quando senti alguém segurar minha cintura. — Vem aqui amiga, não faz bem pro meu afilhado que tu passe m*l assim — Júlia me puxou até uma cadeira quando vi ela arregalar os olhos vendo quem estava ali na mesa a frente — Desculpa — pediu baixinho e não tive forças pra responder quando desmaiei alguns segundos na cadeira Barão (Breno A mina parecia um fantasma de tão branca, quando a Júlia puxou ela falando de tal afilhado. Queria que saber que caralhø ela fazia ali, quando senti a Luana puxando meu braço na hora que levantei. — Qual foi pørra? — puxei meu braço — Não faz isso Barão, pelo amor de Deus é só uma marmita — dei uma risada seca — Tu né vagabundä do caralhø — vi seu semblante fechar — Fica aí nessa porrä — sai até a morena que tava acordando agora — Meu Deus amiga, o que foi em? — escutei a voz da Julia perguntar — É ele amiga, ele é o cara — falou e a Julia ergueu o rosto me vendo atrás da morena Não precisei falar nada quando a guria correu. Sentei de frente pra ela. — O que tá pegando? — ela suspirou — Nada, preciso trabalhar, a gente pode conversar outra hora? — disse levantando rápido olhando pra mesa onde eu estava — Qual foi senta aí — apontei pra cadeira e ela negou saindo logo dali Voltei puto pra minha mesa e fui curtir o pagode, mas direito meu olhar e o dela se batia no meio do bar.
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