Rocco Narcici Ela já está sentada na minha mesa quando eu a beijo. Não é um beijo calmo. Não é cuidadoso. É o tipo de beijo que nasce da fome que eu não faço questão de esconder. Minhas mãos sobem pelo rosto dela como se eu precisasse sentir que ela está aqui inteira, real, antes que o mundo volte a existir ao nosso redor. Cassie solta um suspiro baixo quando as minhas bocas se encontram de novo, e isso é o suficiente para me empurrar ainda mais fundo nessa necessidade que cresce dentro de mim desde o jantar. Eu a beijo como se estivesse reivindicando algo que já é meu e talvez seja exatamente isso. A minha boca desce pelo maxilar dela, pelo pescoço, e eu sinto o arrepio percorrer o corpo dela antes mesmo que ela tente disfarçar. As mãos dela agarram a minha blusa, me puxam para mais

