7-Hot 1

1505 Words
Cena de sexo à seguir... 🔥🔥🔥 Cassie Diaz O perfume desse homem é algo que faz o ar natural sumir e eu apenas respiro essa fragrância. Sinceramente, desde que eu comecei a me acostumar com a vida que tenho, essa é a primeira vez que um homem me deixa abalada desse jeito. Ele tem um ar de poder e estimula o medo. Tem uma postura implacável, o olhar escuro não muda e eu, sinceramente, só suplico internamente que ele não seja daqueles que gosta de bater além do normal. Já passei por isso e fiquei acabada. Não passo outra vez. Liora ficou maluca quando me viu depois. — É um prazer lhe atender, senhor Narcici. — Eu quero o silêncio. — Eu me chamo... — Eu sei... Cassie. — Eu engulo em seco. — Um belo nome para uma putä. — Eu suspiro e elevo a cabeça. — Isso mesmo... pode me dizer se tem alguma preferência ou regras? Normalmente, muitos dos clientes que atendo tem regras: não querem limites invadidos, não querem conversas, não querem beijos, toques em certos lugares e tem até os que evitam os olhares. Muitos dos homens que vem aqui são casados. Por algum motivo, não tem o que quer em casa e vem apenas para aliviar o que está preso há tempos. Outros, apenas evitam mesmo para se proteger. Eu nunca questiono, só gosto de saber até onde posso ir. E eu também gosto de algo bem decidido. Quando o cliente é rüim, facilita demais o meu lado. — Quero tudo que tenho direito. — Ele retira o blazer e continua na postura impecável. — Pagarei o dobro e não fico com nada incompleto. Essa frase me arrepia inteira. Ele é daqueles que na tem pena de gastar. É daquele que gostam de mostrar que pode o que quer, que tem dinheiro de sobra e que gosta mais ainda de alimentar o ego. Combina com ele! Pensei justamente isso quando o vi. — Perfeito! Eu me aproximo dele e eu mesma começa a abrir os botões de sua blusa. A visão que tenho é de um corpo firme, marcado por musculação e tatuagens que instigam. E claro, um peitö de homem feito. Penso que ele deva ter seus trinta e cinco anos, algo parecido. Ele exala masculinidade em tudo: no olhar, na forma como respira e a voz é de homem feito. Grave, poderosa e que arrepia na mesma hora. Quando retiro a sua blusa, sorrio satisfeita com a visão completa e ele tem uma tatuagem no peitö direito. Assim que as minhas mãos descem, ele grunhe. — Ajoelha e começa! — Como quiser, senhor Narcici. Mantenho a voz aveludada e provocadora. Na mesma hora, eu me abaixo deslizando e me ajoelho diante dele. Rocco continua parado, olhando para mim e eu começo a tirar o cinto de sua calça. Abro o zíper, preparo a minha boca e desço tudo dando de cara com um paü pulando e duro pra mim. Confesso, não seguro um sorriso de satisfação e aqui, eu já sei que ele vai me deixar maluca ou acabada. Talvez os dois! Passo a língua nos lábios olhando para ele e coloco as mãos para trás. Me inclino lentamente e começo a lhe chupar sem tirar os olhos dele. Admito, nem comecei e já estou me armando por dentro. É nessas horas que penso que nasci para isso. Ser uma putä! Eu gosto do prazer, da excitação e de como o meu toque e presença tem reações. Rocco suspira, abre a boca e me olha sem piscar. Pupilas dilatadas, faíscas queimam a minha pele e eu avanço sem esperar muito. É impressionante como a minha língua capta a sua pulsação de desejo. O sabor que começa a vir só me faz continuar e deixo gemidos escaparem. A adrenalina em mim é inexplicável. Vejo o peitö dele descontrolado pela respiração e ele agarra a minha cabeça e toma o controle. Ele fodë a minha boca sem pena. Começando bruto, vindo fundo e me engasgo várias vezes, mas não recuo. Os olhos ardem, a saliva escorre no canto da minha boca e ele não para por nada. — É melhor aguentar... não vou parar! Ele sabe que não quero que pare. Não sou fraca! Não tem como responder e me mantenho firme aqui. As minhas pernas relaxam, se abrindo contra o chão e ele chega mais fundo e para. Respiro pelo nariz, me sinto no limite, mas ele volta tudo outra vez e aperta bem o meu couro cabeludo. Rocco deixa gemidos grossos e baixos escaparem. Vejo os seus olhos fechando, ele mostrando o prazer que sente e uma lágrima escorre descontrolada do meu olho. Quando ele me solta, eu mesmo continuo e uso uma das mãos enquanto recupero o fôlego. Admito que ele é mais do que pensei. O meu rosto arde, eu recupero o ar e volto com tudo sem demora. Vejo um leve sorriso nele e as suas mãos prendem os meus cabelos em um dos seus pulsos, mas ele ainda me deixa no controle. Cada entrada na garganta me faz pulsar, estou com a bucetä encharcada e louca para sentir como ele vai me comer de verdade. E bem aqui, quando ele gozä, eu faço questão de fazer um belo estrago na minha boca enquanto olho pra ele. — Cacetë... Penso que ele precise de um tempo, mas me engano. Ele continua firme como no começo e ele me olha querendo já me devorar. — Delícia! — Falo limpando o canto da minha boca. Rocco me puxa no cabelo e me faz ficar de quatro na cama. Bem na ponta. Já sei o que vem e só o vejo pegar uma camisinha numa rapidez impressionante. Eu me empino com gosto. Ficando bem elevada e apoio as minhas mãos na cama e já aperto os lençóis. Ele puxa a minha calcinha, rasgä com gosto e levanta o meu vestido. Isso mostra que ele tem pressa. Ele está louco pra me comer. De verdade, estou pulsando num nível que chega a doer. Sem aviso algum, ele me invade de uma vez e não seguro o grito. — Caralhö... — Ele rosna me apertando. — Ahhh... A ardência é presente, mas é algo que me instiga e ele começa. Ele mete forte, numa força que me faz ir pra frente e ele me puxa pela cintura e cabelo. São choques imensos, choques que queima e que me faz se abrir mais para querer mais. O paü dele me preenche num nível que me dá uma sensação de estar cheia de verdade. Ele desliza perfeitamente, preenche e chega fundo no ponto de revirar os olhos. — Pra uma putä... é mais gostosa do que imaginei. — Pode xingar, eu adoro... — Lhe provoco. — Mete mais... mais forte, por favor... Normalmente, eu sou de fingir nessas horas, mas aqui, pra mim, não tem fingimento algum. Eu estou sendo fudidä de um jeito que eu precisava conhecer. Rocco me solta, me empurra pra cama e me deixa apenas com a bundä empinada. Ele agarra a minha cintura, me força a ficar deitada e ele mete sem pena. Estou imóvel, ele apoia uma das pernas na cama e vem com tudo. Me deixando sem ar, sem forças e sem chance alguma de me mover. Ele atende o meu pedido e me sinto comida de verdade. É nessas horas que eu acho perfeitamente que nasci pra isso. Para ser bem comida e fudidä. Depois, mesmo me prendendo aqui, ele puxa os meus cabelos ao ponto de fazer a minha cabeça ser jogada para trás. Ouço os seus gemidos baixos, ele ofegando sem parar e queria muito ver a cara dele, mas não dá. Eu estou tremendo, queimando sem parar e ele não faz uma pausa sequer. Só continua como se ele estivesse descontrolado. — Isso... que delícia... — Eu estou maluca aqui. — Que paü gostoso. Mete mais... mais... Ele não diz nada, apenas me come e me fodë sem pena alguma. Rocco está além das minhas expectativas e posso dizer que valeu a pena essa espera e tensão toda. E ainda por cima, vou ganhar uma bela bonificação nessa noite com ele. Sinto as mãos dele alisaram a minha bundä, ele abre, aperta e sei o que vem. De repente, ele para e começa a me füder com os dedos. Eu estou escorrendo, tanto que posso ouvir os sons dos movimentos e eu fico maluca com isso. É frenético e ele coloca três dedos sem pena alguma. — Porrä... — Eu exclamo, me sentindo louca. Ele passa a minha lubrificação no meu cü e me preparo. Ele entra devagar, numa tortura que me queima e solto um grito sem som. Ele me puxa pelos cabelos e quando começa de verdade, eu já estou em outra dimensão por causa dele e já sei de umas coisas. Isso aqui não vai acabar tão cedo. Ele tem vigor, tem controle para prolongar e ele quer o máximo de prazer possível e de forma prolongada.
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