Natália
Acabei de sair de uma reunião e estou muito chateada! Droga! Não acredito nisso! Entro às pressas na revista e não falo com ninguém da minha equipe: jornalistas, editores, colunistas. Vou para minha sala, fecho a porta com tanta força que faz um barulho que dava para ouvir no outro lado rua. Minha amiga Isabelle entra na sala preocupada.
— Natália, o que houve? Acho que até o porteiro ouviu esse barulho! — Ela está no meio da sala, jogo a minha bolsa na mesa. Estou com muita raiva! — Isso tem a ver com a reunião de hoje mais cedo?
— O que você acha? — Estou andando para um lado e para outro com a mão na cintura. — Aquele desgraçado do francês
— Pera aí! Me explica o que aconteceu? — Ela pergunta.
— Aconteceu que aquele francês i****a não vai querer mais fazer a campanha do seu perfume com a gente, só isso!
— Mas por quê? — Ela pergunta não entendendo. — Já estava tudo pronto, fizemos as sessões de fotos com as modelos e tudo…
— Eu sei o motivo e ela é loira de olhos azuis! — Isabelle olha para mim sem entender. — Ele queria que mudassem a modelo para sua querida namorada para campanha. Que ódio! Homem burro!
— Mas o perfume fala da beleza da mulher brasileira, tanto que demos a ideia de irmos para a Amazônia e tirar as fotos lá e a modelo foi escolha dele… — Ela disse encostada na minha mesa. Eu estava com muita raiva.
— Putz, nem me fale. Agora estamos sem campanha para esse mês, e outra, ele disse que não vai fazer campanha com a gente. — Alertei, que fica em choque.
— Mas como assim? Não tem como resolver isso? — O celular começa a tocar. Tira do bolso para atender. — Alô… É a sócia dela, pode falar. — Me aproximo para poder ouvir. — Ah, sobre o empréstimo que fizermos há dois meses, se vamos pagar nesse final de mês? — Ela olha para mim. Que droga! Com essa campanha do perfume do Oliver dava para pagar o empréstimo do Banco. As vendas da revista caiu muito e as assinaturas de clientes também despencaram, usamos esse empréstimo para levantar a revista e conseguimos voltar à ativa. Ela faz gestos para eu dar alguma resposta para o gerente.
— Diz que vamos pagar, mas corre o risco de atrasarmos o pagamento. — Digo, ela repete para o gerente o que eu disse. Vou para minha mesa, tento pensar como resolver esse pepino mas não aparece nada. Meu celular vibra, pego a minha bolsa para ver o que é, pois chega de notícias ruins hoje!
“Oi, aqui é o Daniel, o que falou com você no elevador no outro dia, lembra? Então queria saber se está precisando do meu "consolo"?”
Uma mensagem do loiro sexy que falei na outra semana. Estou tão estressada, acho que seria bom revê-lo.
— Pronto! Agora precisamos arrumar o dinheiro…Natália está me ouvindo? Ei? — Ela estala os dedos para chamar a minha atenção.
— Oi? Conseguiu resolver com o gerente? — Pergunto, ela cruza os braços.
— Sim, já falei com ele. Estou aqui falando que temos que ver isso sobre essa dívida e você mexendo no celular! — Olho para a minha mão e me levanto da cadeira.
— Já que falou com ele e ficou tudo bem, né? — Ela balança a cabeça que sim. — Amanhã veremos isso. Agora me deixe sozinha aqui… Para pensar…
— Tem certeza? Posso… — A corto.
— NÃO! — Ela me encara. — Quer dizer… Vou ficar bem. Pode ir. E pode liberar os outros também. — Levanta a sobrancelha desconfiada. — Pode ir. Vou ficar bem. — De tanto insistir, ela pegou sua bolsa e saiu. Com o celular na minha mão,mandei mensagem para o loiro vir aqui na revista. Prontinho. Agora é só aguardar ele responder. Não demorou para ele visualizar e respondeu em seguida.
“Estou a caminho”.
Ponho o telefone na mesa e fico aguardando ele chegar. Meia hora depois ouço alguém bater na porta. Caminho em direção a ela e destranco a fechadura. Ele está usando uma regata mostrando seu físico musculoso e definido. Maravilhoso.
— Boa noite, senhorita. Posso entrar? — Disse com a voz rouca. Balanço a cabeça em confirmação, dando passagem para ele entrar, fico só o admirando de costas. Como é gato esse cara!
— E aí? Como está? — Fecho a porta, vou caminhando rebolando o meu quadril na sua direção.
— Agora? Estou muito bem. — Me aproximo e o jogo no sofá que tem na minha sala e me sento no seu colo. Sem perder tempo desabotoei sua calça, coloco minha mão dentro da sua cueca e senti o seu p*u. Hmm…Comecei a fazer uns movimentos para o animar e começa a ficar duro. Reparo que ele solta uns gemidos baixinhos.
— Não perde tempo…Hum…— Ele disse, dou meu sorriso malicioso pra ele. Saio do seu colo, abaixo sua cueca e calça deixando à mostra aquele p*u maravilhoso na minha frente. Começo a passar a língua no seu m****o e fazendo o movimento para cima e para baixo de leve e em seguida o ponho em minha boca, tirando a minha mão, deixando apenas a boca fazer o movimento. Os gemidos começam a aumentar, vou aumentando o ritmo, engolindo-o por inteiro. Decidi sair e ele me olha confuso.
— Por que saiu? Estava tão bom. — Ele disse ofegante. Fico de pé e tiro o meu vestido e calcinha, ficando nua na frente dele. — Você é muito linda, quer dizer… Perfeita! — Sorrio, viro de costas indo para minha mesa, notei que ele ficou babando no meu corpo. Pego a minha bolsa e tiro um preservativo. Vou em sua direção e antes de sentar no seu colo, r***o o preservativo com os dentes, coloco na minha boca e em seguida ponho no seu p*u gostoso dando aquele boquete, que joga a cabeça para trás soltando um gemido. Tiro a minha boca, vou para seu colo colocando aquele p*u grosso e veiúdo dentro de mim. Quicando, rebolando em cima dele, meu sexo estava completamente molhado. c*****o, como é gostoso… Ele põe suas mãos nos meus s***s massageando, chupando… Fui aumentando o ritmo até chegarmos ao clímax. c****e! Que f**a deliciosa!