– Sua irmã sabe que está recebendo homens em casa? – Desde quando fiquei de maior e me mudei do Brasil. - Ela deu de ombros. – Sim, sabe. Aliás, quem te deu o direito de entrar na minha casa? Não devo nada a polícia, nem a você. - Ergueu o queixo. – Ele está em horário de trabalho, e você sabia disso. - Murilo manteve os olhos nela. – O tenente tem um trabalho importante por esses dias, e não inclui ficar se amassando com você. Por sua causa ele será penalizado. – Eu não ligo. - Ela manteve o queixo erguido. – Vamos nos encontrar de novo, Murilo. Você é o delegado dele, não meu. Entendeu? – Deixa eu ser bem claro com você. - Murilo a olhou de cima. – Entrei em contato com o seu advogado, nosso contrato de casamento ainda está vigorando, já que nenhum de nós deu entrada. O que quer dize

