Marion foi internada as sete horas da manhã do dia seguinte. Trocou a calça de sarja e a blusa pesada pela camisola do hospital, prendeu o cabelo e colocou a touca. Sozinha preparou o quarto com fotos do dia que Luz nasceu. Sorriu e chorou acariciando cada uma delas. Por fim, deitou e esperou por Fritzz. As sete e meia o médico passou pela porta do quarto. Estranhamente calado. - Bom dia, Alemão. - Marion disse. - Bom dia, menina. - Fritzz cravou os olhos nela. - Aproveitou a noite por aqui? Não podia beber. - Não saí de casa. - Marion disse. - Nem uma gotinha de vinho sequer. Dormi da hora que cheguei até hoje cedo. - Então está relaxada. - Fritzz mantinha a cabeça baixa. - Onde está a Nadine? Ela nunca tem tempo lá no Brasil, queria vê-la aqui. - A.. Nadina não está se sentindo b

