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A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 01:52] Capítulo 154 Jonas narrando Eu tinha passado a noite na boca de plantão e estava com um baseado entre os dedos, Rafael me encarava hora sim e hora não. — Fala o que você quer falar – eu falo para ele — O que ela fez? – ele pergunta e eu o encaro — Muita coisa! — Tá beleza – ele fala – sei que foram casados, sabemos da menina, mas o que ela realmente fez? — Maisa era aliada de Carlos desde o começo – eu falo e ele me encara — Você nunca pensou que Maisa pode ter sido obrigada a fazer isso? – ele pergunta – assim, como eu e Fabiene fomos obrigados a passar por tudo. — E porque ela nunca me disse nada? Ficamos juntos, larguei minah vida por ela! — Você sabe quem é Carlos – ele fala me olhando – sabe do que ele é capaz. — Não – eu falo – isso não me desce, eu nãoa creidot nisso. Tem a nossa filha no meio de tudo isso que ela acabou com a vida dela, eu não confio em Maisa epor mim ela já estaria morta a muito tempo. Ele não me fala nada, eu amanheço resolvendo algumas coisas por ali e negociando algumas cargas dos fornecedores e dos compradores de fora. Assim que tudo isso acabar, eu iria pegar meu rumo novamente. Eu entro dentro de casa e lembro dela, olho a hora e já era 10h da manhã, abro a porta do quarto onde ela está e ela me encara, ela estava deitada na cama e se senta. — Toma um banho – eu falo para ela – tem roupa aqui – jogo a sacola e ela me encara – você vai atender no hospital. — Precisamos conversar – ela fala vindo em minha direção — Não temos nada para conversar e você sabe disso, precisamos de médicos no hospital, já que está aqui vai trabalhar! – ela me encara e eu a encaro. A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 11:27] Capítulo 155 Maisa narrando Ele me levou até a sala onde eu iria atender, eu reparo que o hospital está em reforma. — Vai atender aqui – ele fala me encarando – terá vapores no lado de fora, se tentar fugir, você é morta na mesma hora. Eu o encaro mas prefiro ficar em silêncio, ele sai e eu fico ali olhando a sala toda, minha barriga estava roncando de fome, não tinha comido nada há 24h, eu olho para a minha mão e vejo que o ferimento não estava mais ali, já estava cicatrizando. Uma enfermeira entra, se apresenta como Micaela e me explica como funciona o hospital que ele estava em reforma, assim como posto, então todas as consultas estão sendo realizadas aqui e que não tinha mais médicos. Os pacientes vão entrando, de senhora de idade, crianças, adultos, grávidas, homens e mulheres, com todos os problemas possível, vou atendendo a todos. Até a hora do ultimo paciente. Era 21h da noite e eu ainda estava aqui, esperando que ele me buscasse, eu vou até o bebedor e tomo água, a porta é aberta e ele entra. — Já terminou? – ele pergunta — Sim – eu respondo — Então, vamos! – ele fala Eu começo a subir o morro com ele olhando a tudo e a todos, entramos dentro da casa e ele anda em direção ao quarto e eu somente o sigo. — Eu preciso comer algo, estou com fome – eu falo quando ele faz entrar no quarto – pelo menos um pão seco. — Você não vai comer nada – ele fala me encarando — Porque está fazendo isso comigo? — Não era isso que você fazia com aquelas mulheres? Meninas? – eu o encaro – receitava remédios, faziam elas acharem que eram loucas, as famílias, mantinha em quartos menores que esses, com fome, sede, Maisa? — Eu cumpri com o meu acordo com você, cumpre você também – ele me encara — O meu acordo é com d***o em mandar você para lá – ele fala me encarando. — Voce não pode me culpar o resto da vida. — Você está com fome, não é mesmo? – ele pergunta me encarando e eu o encaro – a ultima palavra da minha filha em meus braços, foi me dizendo a mesma coisa! – meus olhos se enche de lagrimas – papai, eu estou com fome, a mamãe está louca! – ele se aproxma de mim – e depois disso, ela morreu em meus braços sem ter a oportunidade de comer um pão seco Maisa. – eu olho para ele e uma lagrima desce em meu rosto e quando isso acontece – ele me dar um t**a e me empurra na cama – Porque você a matou! Você a matou! – eu grito – eu vou fazer a tua vida um inferno, um inferno! E pode ter certeza que será os dias mais felizes da minha vida. A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [12/04/2024 14:36] Capítulo 156 Eduardo narrando Eu tinha me recuperado dias após o que Maisa fez e quando conto tudo a Carlos, ele me encara nervoso. — Como você deixou Maisa ir para o morro dessa forma, Eduardo? – ele pergunta nervoso — Foi ela que ajudou ele – eu falo – foi ela que nós traiu. — Maisa jamsi nos trairia – ele fala — Ela me enganou, eu confiei nela, eu tiraria Fabiene e Miguel do país e acabaria com tudo, mas ela fez o que? Ajudou eles – eu falo – as câmeras pegaram ela no estacionamento junto de Jonas e tirando que foi ela que me deu a seringada. — Mas ela não te deu com dose alta para m***r – Carlos fala – isso significa que ela foi ameaçada. — Ameaçada por Jonas? – eu pergunto — Não posso deixar ela lá – ele fala – ele vai m***r minha filha! — Sua O que? – eu pergunto e Carlos me encara – você disse sua filha? Como assim sua filha, Carlos? — Você acha que sempre a protegi porque? – ele pergunta – ela é minha filha. — Agora está explicado o porque ela é tão submissa a você – eu falo — Maisa sabe, que sou o único que quero o seu bem – ele fala – que os outros querem todo seu m*l, o casamento dela com Jonas foi um erro, mas eu fiz ela entender o mais rápido possível que sim. — Maisa essas horas deve estar morta! — Não – carlos fala – querendo ou não, ela é a única que pode cuidar de Miguel, eles vão a manter viva. – eu o encaro – vamos tirar ela de lá o mais rápido possível, não vou deixar ela lá. — Arrumar uma guerra agora seria suicídio – eu falo para ele — Preicsamos arrumar uma forma de contactar ela – ele fala – assim que a gente conseguir falar com ela e tiver as informações necessárias vamos entrar e tirar ela de lá. — Você precisa me explicar melhor sobre o passado, sobre Rosa – eu falo — Rosa é mãe de Fabiene – ele fala me encarando – Fabiene, renegou a própria mãe. Cuidado com as coisas que ela te disse, para não ficar contra a única pessoa que esteve do seu lado o tempo todo, Eduardo. Essa pessoa no caso fui eu!
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