— Meu Deus, que barbaridade! — Disse Rita, levando a mão ao peito. — Como pode uma mocinha tão bonita envolvida com uma coisa dessas? Deve ser algum trauma, não consigo deixar de sentir pena. Será que não devemos fazer algo, querido? — Talvez possamos pagar um tratamento especializado para ela, querida, vou ligar para nosso advogado. — Bom, pelo visto o seu show já acabou, policial. — Rita levantou-se. — Vamos, Ivan, quero sair deste lugar hoje mesmo! — Estão com medo das ameaças dela? — Perguntou André sorrindo muito simpático, com os olhos faiscando de tão brilhantes. — Medo? Por que sentiríamos medo dessa pobre coitada digna de pena? — Porque só ela pode dizer para quem trabalha. — Do que você está falando, André? Letícia trabalha para alguém? — Perguntou Vitória. — É claro! Lemb

