Rafael estava parado na porta da sede esperando Vitória para irem juntos à festa de Nossa Senhora de Lourdes, a padroeira da cidade. Ela estava vinte minutos, atrasada e ele já estava impaciente. — Por que as mulheres têm que demorar tanto para se arrumar? — Não faço ideia.— André deu de ombros. — Vou pedir Vitória em casamento hoje.— Murmurou Rafael passando a mão pela nuca. — Por isso está nervoso?— André, que estava de olho na escada para ver se as mulheres que esperavam aparecia, se virou para Rafael, sorridente. — Deve ser, mas se ela aceitar, você aceitaria ser o padrinho? — Claro, é uma honra! — Conversei com Dona Dalva para sermos sócios, melhorar o lugar, construir banheiros em todos os quartos, sem descaracterizar o lugar, claro. — Ela aceitou? — Sim, desde que continue

