A ascensão das entranhas de Camazotz foi uma corrida cega contra o colapso do próprio mundo. As escadarias de ossos fossilizados e basalto rachavam sob as solas das nossas botas, cedendo ao peso dos milênios que finalmente cobravam o seu preço. O teto da câmara sepulcral desmoronava em grandes blocos de pedra escura, e a cada estrondo, o ** cinzento dos Primórdios levantava-se como uma tempestade sufocante. Eu corria à frente, guiada pela luz incandescente da chave forjada em sangue e vontade que ardia na minha mão esquerda. Não era um pedaço de metal comum; era um feixe de pura energia astral, moldado pela fusão do meu sangue com o de Alik e o de Tuli, pulsando no exato ritmo dos nossos três corações. — Não olhem para trás! — gritou Alik, sua voz abafada pelo rugido da terra se partindo.

