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2234 Words
Neném narrando- p***a s*******m da Aymê dar um fora no samurai, más ele nem liga, tem um monte de mulher na fila , ele também não força a barra com ninguém , más ela exagerou feio. Neném - exagerou viu fia, falar que tem nojo do cara, o cara nunca te fez nada. Aymê- melhor assim que entende logo o lugar dele, eu tenho nojo de gente como ele. Neném- falô então, to saindo fora, para vossa alteza não vomitar. Ela me puxou. Aymê- Você não, mesmo odiando o que você faz e suas outras amizades, você é meu amigo, namorado da ... Neném - Cala a boca, p***a! ninguém pode saber. Aymê- como ela pode ser tão diferente dele , é igual a Isa com o LK, como que a Isa uma menina de família foi se envolver com alguém como o LK, eu quero me formar e viver o mais longe da favela que eu puder, longe do Rio do janeiro , do Brasil se Deus quiser. Neném- lá não tem bandido? é aonde Alice esse mundo das maravilhas? acorda fia , desce dai, tu não é melhor que ninguém não. Aymê- eu sou sim! O Samurai que se livrou dessa ai, a menina é favelada pobre, vive de ajuda da comunidade e se acha melhor que os outros, cada uma que só tem nessa favela. Depois que o Samurai saiu fora com as blogueiras fui atrás da minha bebezinha, gostosa , toda linda , que não veio para o baile para ficar estudando, minha farmacêutica, ela planeja nosso futuro eu vivo o presente e isso já me satisfaz, o Samurai não pode nem sonhar um bagulho desse, ele não é muito fã da irmã , que diz ter nojo dele e se esquiva toda vez que ver ele, nosso lance é sigiloso para geral, só a Aymê sabe do nosso rolo, eu sei que parte do sigilo é por eu ser quem sou, ela tem vergonha da minha função ,más cai de boca para mim e senta como louca toda vez que tá só eu e ela, e no meu ouvido diz que me ama, ama em segredo, eu não tô nem ai, eu quero ela e se for desse jeito eu quero. Depois de uma longa noite de amor ela dorme no meu peito, e acorda sorrindo como se tivesse orgulho de me ter do lado dela, más na rua vira a cara e finge não me vê, eu fui acostumando com o jeito dela , e aprendi a amar ela em segredo, mesmo que isso as vezes me custe um pouco caro. Rafaela- Bom dia amor! Ela levantou primeiro fez café e preparou tudo e trouxe para o quarto. Neném- Bom dia. Ela é uma obra de arte, esculpida pelos dedos de Deus de tão linda, vestida dentro da minha blusa, ela senta em cima de mim. Rafaela- Eu te amo, meu neném malvadão, fiz um café para a gente, e já tenho que ir , tenho que ir para o batizado da Yasmim. Neném- eu vou para o batizado também Rafaela- não vai não, eu não quero te tratar com indiferença lá, você já foi para o baile, pode dormir , descansar. Perdi até a fome , perder o batizado da filha do meu mano é s*******m. Neném- p***a amor. Rafaela-só vou porque sou madrinha, por favor, por mim. Neném- vai lá. Voltei a dormir, nem vi ela saindo. Samurai narrando- Senti a maior fome , e desci para comer, o churrasco tava rolando solto, peguei um prato coloquei comida e comi , matei quem tava me matando, chegou a Joyce e Amanda e umas meninas da quebrada, olham sorrindo, eu retribuo sorriso e é só isso, o Neném chegou, e sentou do meu lado, do outro lado a cara de ** da Rafaela e a amiga nojenta, chegou umas primas e primos da Isa , ai sim patricinhas de classe, a Isa apresentou elas e uma delas a mais gata é claro foi beijar meu rosto e virou, beijei logo ela, que ficou sem folego, uma delas sentou do lado do neném e ficou trocando idéia, que cara mole, minha irmã tava conversando com um play boy e a amiga nojentinha com outro, que também não perdeu tempo e agarrou o play, ela não tem nojo de play, ela ficou fácil com ele, olha que nem é presença, baixinho, careca ,barrigudo, eu senti uma ponta de tristeza, já sentiram medo, respeito, t***o , ódio, amor, más nojo de mim a ponto de cuspir no chão que eu pisei mexeu comigo. Entrei na casa e fui brincar com a Iasmim, depois sai fora, fui para casa e dormi o resto da tarde e a noite fui para a boca seguir no corre, plantão daquele jeitão , uma ocorrência de uma briga de umas mulheres por causa de macho, cada uma tomou um p*u uma da outra e foi lost, cada uma para o seu canto, seis da manhã já tava esperando os cara do recolhe para montar os malotes, segunda feira a atividade não para, entrou na boca a doninha da cara de nojo do baile, amiguinha da minha irmã. Sentado eu fiquei olhando para ela , que chorava inconsoladamente , não falei nada , ela foi sentando na minha frente. Aymê- eu fui assaltada no beco perto da minha casa, levaram meu celular e os livros da faculdade, me ajuda por favor. Samurai- menor, trás uma água ai para a menina , um pedaço de papel e uma caneta. Ela tomou a água. anotei no papel e entreguei para ela. Aymê- o que é isso? ela falou soluçando. Samurai- 190 o número da polícia, eles fazem a segurança do cidadão de bem que tem nojo de gente como eu , mete o pé, vaza da minha boca e não pisa mais aqui. Ela saiu de cabeça baixa, engolindo o choro. Eu não gosto de tratar ninguém m*l muito menos mulher, más eu tive que fazer esse favor para ela, vai que de tanto nojo ela passa m*l aqui na minha frente, coitada. Menor- Chefe, assalto na quebrada, tem que pegar esse rato. Samurai- tem que pegar o rato, se tiver outra vitima, vamos atrás do rato, se não tiver outra vitima ela que resolva com os canas. Menor- más chefe. Samurai- que discutir minhas ordens menor? Menor- não, tu falou a água parou. Depois do recolhe, malotes montados, fui dar meu bom dia na rádio. Samurai- Bom dia quebrada, firmeza, hoje eu tô felizão, a favela tá em paz, e tá dando tudo certo, bora que bora , batalhar para o progresso. Bora ser feliz favela! Passei na padaria do chicão e para a minha surpresa a Rafaela estava lá, sentado no balcão comendo e trocando ideias com as meninas que trabalham na padoca , calado eu eu tava e fiquei. Rafaela- Pablo, quero falar com você. Samurai- já ta pago o boleto, e eu pago o lanche também, não vem estragar meu dia, faz o que você faz de melhor, me evita. Rafaela- eu to falando sério, assaltaram a Aymê e você não fez nada . Samurai- eu fiz sim , dei o numero da policia . Rafaela- eu vou falar com o LK. Samurai- fala! vai lá, tá esperando o quê? eu sou o dono dessa p***a eu mando e desmando entendeu? se você e sua amiguinha não estiverem satisfeitas podem sair da favela. Rafaela- você ta fazendo isso porque ela não te quis. Samurai- não foi por isso, todo mundo nessa favela sabe que eu não forço barra, não quis eu fico de boa, ela cuspiu no chão e disse que tem nojo de mim, assim como você, tem nojo de bandido más vive do meu dinheiro, tem nojo de bandido e quando tá em apuros vem apelar na boca, vá se fuder você e ela e não atrapalha meu café. Os moradores que tava na padaria logo vão espalhar a historia do assalto o que pode pegar m*l para mim, se tiver assalto na comunidade o bagulho lombra, vamos esperar outra vitima se não tiver eu não vou fazer p***a nenhuma. Tomei meu café ao som dos fuxicos na padoca, era só o que me faltava essa infeliz causar na favela, agora sou obrigado a defender uma mulherzinha que tem nojo de mim, a nem que essa favela se vire contra mim eu faço alguma coisa para achar esse rato, por causa dela não. Sai de boa, e trombei a dona Claudia, e eu achando que o meu dia ia ser feliz. Claudia- Samurai posso conversar com você? Samurai- fala dona Claudia. Claudia- vamos lá em casa, por favor. Fui seguindo ela , entrei na casa o Jeff tava lavando a louça, ele tem agido nos conformes o que é bom para mim e para ele. Samurai- e ai Jeff? Jeff- de boa? to terminando aqui e já to descendo, tem café pronto também eu fiz. Samurai- é isso ai , to de boa acabei de tomar café. Claudia- Assaltaram a minha filha samurai , isso não tá certo, não tenho como comprar outro celular e nem como pagar os livros da biblioteca da faculdade. Samurai- eu não vou fazer nada dona Claudia, vê com a policia eu dei o aval para pedir ajuda para a policia. Claudia- policia Samurai? está de s*******m , a policia vai rir da nossa cara. Samurai- sua filha tem nojo de mim, cuspiu no chão e eu não vou ajudar alguém como ela que se acha melhor do que eu, ninguém é melhor que ninguém dona Claudia, todo mundo tem seu valor. Claudia- eu sei meu filho, más ela é revoltada com o crime e com a favela desde que mataram o pai dela ai nessa mesa enquanto ela cozinhava, mataram por nada , porque confundiram com um noiado que tava devendo , sendo que meu marido nunca usou droga, era trabalhador. Samurai- eu lembro desse bagulho ai só não sabia que era marido da senhora, más isso não justifica o tratamento que a sua filha me deu , eu matei o assassino do pai dela e ela deveria no mínimo me respeitar. Claudia- por favor meu filho. Samurai - Dona Claudia a senhora vai me desculpar, más eu não vou mudar de ideia, considero a senhora , o Jeff, o moleque ta ai mostrando que eu não joguei meu dinheiro e minha palavra fora, más pela sua filha eu não vou fazer nada e ninguém nessa favela vai, porque se fizer eu mato. Claudia- ta bom meu filho, obrigada por ter vindo. A porta do quarto abriu e ela saiu soluçando. Aymê- me perdoa, você está certo eu não deveria ter falado daquele jeito com você, você não tem culpa pelo que aconteceu com meu pai, eu sinto muito , se eu pudesse voltar atrás não te trataria daquela forma. Samurai- não é só porque eu sou bandido ou dono do morro, você tem que tratar todo mundo igual, você não é melhor que um vapor meu, você não é melhor que ninguém entendeu , na favela não tem lugar para gente como você e a Rafaela, aqui todo mundo se respeita e os que não se respeita cai nela. Aymê- eu sei, me perdoa. Samurai- vou mandar um vapor trazer um celular e a grana dos livros. Aymê- precisamos achar o ladrão, por favor, eu não ligo para o celular e nem para os livros, tem a foto do meu pai no meu caderno que colo ano após ano para olhar para ele sempre que eu penso em desistir, tem os meus esboços com os desenhos dos vestidos que faço desde pequena, pelo amor de Deus precisamos achar o ladrão. Odeio voltar atrás no que eu digo , más ela pediu desculpas e entendeu a lição. Passei um rádio para o neném descer com uns soldados, fiquei aliviado quando o neném disse que tem outra vitima, aliviado por eu não está fazendo isso só por ela. Samurai- fala ai para os caras , como era o rato, eu vou meter o pé. Aymê- você não vai ajudar? Samurai- procurar rato? não , eu apenas vou cuidar dele depois. Ela grudou no meu pescoço me abraçando. Aymê- obrigada, muito obrigada, eu não sei o que vai ser de mim se eu não encontrar minhas coisas. Samurai- Boa sorte. Um fato é que as pessoas as vezes falam o que não querem falar, sentem o que muitas vezes não querem sentir, e erram muitas e muitas vezes, eu erro, um atrás do outro, quantas vezes já fiz merda e quantas ainda vou fazer, o que importa é saber onde errou e evitar que ele se repita, deixa ela, tem suas dores e culpar alguém é mais fácil do que viver com elas, conviver com o desprezo da minha única irmã, minha princesinha que eu cuidava e mimava é uma das minhas dores e eu não tenho quem culpar além de mim mesmo, então convivo com a dor e a culpa.
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