Samuray narrando- nem botei fé quando vi ela entrando no baile toda linda, toda gostosa, quem dera que fosse pra mim que ela se arrumou assim, quem me dera ela rebolando assim pra mim, fiquei doido pra c*****o quando vi ela toda sorridente com o neném, o baile todo olha pra ela, o rebolado dela para até o MC, más se ela não é de marcar presença no baile tá fazendo o que aqui? Decidiu que vai me deixar doido essa p***a, decidiu que vai atazanar minha mente, ela me provoca, só de ver os olhares sobre ela já me da vontade de atirar pra todo lado, o gosto do beijo dela ainda tá aqui, na minha boca e me deixa com sede demais e mais.
Vi quando ela saiu sozinha do baile, deixei a enfermeira pra trás, deixei altas donas para trás, pra ir na cola dela, trombei o marola na porta do baile que falou que os cara da boca da entrada tava sem pó , falei que eu mesmo ia nesse corre, vi ela descendo o morro se segurando nas paredes, bebaça, desse jeito ai não chega em casa nunca, eu ri, ela subiu na moto, fui em casa pegar uma ponta de droga e já aproveito e levo ela em casa, subi pra pegar o pó e deixei ela esperando lá fora, quando desço as escadas ela tá saindo do banheiro, xaropei mesmo quem ela pensa que é pra entrar no meu castelo assim, falei um monte ela começou a chorar, tudo essa p***a chora.
Me jogou no sofá e falou que me odeia, odeia é um c*****o, ela tá afim de mim e o que eu vou fazer com essa informação eu nem sei, só levei pedrada até agora, perdi o ar com ela em cima de mim o cheiro de álcool misturado com o perfume dela é sexy demais, o decote deixou ela com os peito bem na frente da minha boca, os cachos do cabelo caindo no meu rosto, segurei o queixo dela com a ponta dos dedos, p**a que pariu como ela é linda, os olhos dela brilham refletindo o meu rosto retardado admirando cada traço do rosto dela.
Samurai- eu também te odeio p***a!
Falei encostando meus lábios nos dela, ela fechou os olhos ,eu abri a boca dela devagar , nossas línguas se misturaram e uma parada cabulosa foi fazendo meu coração disparar deu até medo, parei o beijo e olhei pra ela, coloquei a mão dela no meu peito.
Samurai- se liga no tanto que meu ódio por você é cabuloso.
Ela riu , sentou no meu colo colocou a mão no meu pescoço e me beijou, nunca fui de falar essas paradas pra dona nenhuma, acho muito meloso e deixa o cara por baixo, eu sou macho, pra bandido falar essas paradas de amor é fraqueza, é vergonhoso, más com ela eu tenho vontade de dizer tudo que vem na minha cabeça e quando percebo já foi , tipo sem querer mesmo.
Ela tirou minha blusa e beijou meu pescoço de um lado enquanto a outra mão passeia pelo meu peito, tô de p*u duro cabuloso, coloquei a mão nas costas dela por baixo da blusa dela, a pele macia, puxei a mão para frente e segurei um peito dela, passei o polegar no bico do peito ela suspirou no meu ouvido e mordeu minha orelha, ela me beijou e começou a rebolar em cima de mim devagar, mesmo com roupa ela tá me deixando louco, tirei a blusa dela e coloquei a boca no peito dela, passei a língua, ela colocou a mão no meu pescoço e ficou me olhando, gemendo baixo, ela continua rebolando me olhando, segurei a b***a dela, virei ela deitando no sofá, tirei o tênis e puxei a calça, fiquei de cueca.
Aymê- tira vai! Tira tudo e me dá tudo.
Caralho! Ela falou olhando para o meu p*u.
Samurai - eu vou te dá tudo o que você quiser.
Aymê- eu só quero você, todinho aqui dentro.
Ela falou com a mão na b****a e eu fiquei louco, tirei a sandália dela, passei a língua por cima do pé dela, subi beijando a coxa, beijei a b****a dela por cima do short, abri o botão, o zíper, e puxei o short, ela tá de calcinha branca transparente , ela segurou os p****s .
Aymê- vem aqui vêm!
Eu que sempre tive o controle, estou totalmente descontrolado e obediente, ela me beijou e mordeu minha boca ao mesmo tempo que enfiou a mão dentro da minha cueca e segurou meu p*u,como se ela fosse a dona dele, ela começou a me masturbar eu respirei fundo eu boto fé que meu coração tá batendo no meu p*u porquê ele pulsa louco na mão dela.
Samurai- eu vou te f***r p***a!
Aymê- eu vou engolir você primeiro!
Ela puxou minha cueca , beijou meu queixo e me afastou, fiquei com o p*u de frente pra boca dela, ela segurou meu p*u, com um olhar de p*****a, passou a língua molhada na cabeça, ela tirou a língua do meu p*u, beijou e sorriu, que filha da p**a, ela colocou tudo dentro da boca quente, e deixou dentro da boca lá no fundo da garganta, me olhou de novo, segurou e começou a mamar, como ela chupa gostoso, segurei o cabelo dela antes de gozar eu tirei da boca dela , ela segurou meu p*u de volta e jogou nos p****s , gozei nos p****s dela.
Segurei na nuca dela e beijei ela com vontade, passei a língua na orelha dela ela arrepiou os pelos descoloridos, tirei a calcinha dela e limpei os p****s dela com a calcinha, abri as pernas dela passei a mão na b****a dela , ela jogou a cabeça para trás no encosto do sofá, passei o dedo do meio por ela todo até colocar o dedo dentro dela, que se contorceu, amassando o estofado do sofá com as mãos, fiquei tirando e colocando o dedo, passei a língua em volta, passei no c******s devagar, ela segurou meu cabelo, puxei devagar, movimento a língua mais rápido junto com o dedo, passo a língua de baixo para cima, abri mais um pouco com a outra mão e friccionei com a língua a pontinha do c******s, ela puxou meu cabelo e soltou um gemido alto enquanto se movimenta e goza na minha boca, dei um beijinho na b****a dela pra selar e subi para beijar, ela que continuou com a cabeça encostada no sofá, ela tá bêbada muito bêbada, beijei o rosto dela.
Aymê- o que foi?
Samurai- você tá bêbada.
Aymê- idai? Eu sei o que eu tô fazendo e sei o que eu quero, já até acabou o efeito do álcool, eu tô sob o seu efeito agora, embriagada de samurai.
Samurai- tem certeza?
Ela levantou de uma vez, fiquei olhando o corpo nu dela, perfeito cada pedaço de loucura.
Aymê- senta!
Eu continuei em pé, más ela me olhou pagando homicídio cabuloso, eu tive que sentar.
Ela me beijou e virou de costas, enrolou o cabelo prendeu no alto da cabeça, segurou meu p*u.
Aymê- cadê a camisinha Baby?
Eu nunca esqueço a camisinha más com ela eu não lembro nem meu vulgo, não "como" ninguém em casa, o que me fez ficar mais de cara com o que tá rolando, apontei a calça, ela pegou puxou duas camisinhas do meu bolso, abriu a de morango , puxou colocou na cabeça do meu p*u e desenrolou o resto com a boca, ela segurou meu p*u e encaixou na b****a dela, sentou devagar e ficou, soltei o cabelo dela, ela olhou para trás.
Samurai- senta pro samurai! senta p*****a!
Dei um tapa na b***a dela, ela gemeu alto e sentou forte com raiva, ela vai sentando e os cachos balançando com ela, segurei a cintura dela, ela começou a rebolar devagar, quicando e rebolando, tentei pensar em altas paradas r**m para não gozar más não deu certo eu gozei, ela me fez gozar com essa sentada gostosa.
Tirei a camisinha, coloquei a outra, deitei ela no sofá abri as pernas dela.
Aymê- me fode bandido, mete gostoso!
Abri as pernas dela e meti com raiva.
Samurai- vou te comer marrenta, gostosa do c*****o.
Aymê- Samurai... Samurai...
Ela falou gemendo.
Samurai- goza no meu p*u Aymê, goza pra bandido goza!
Ela me puxou pra ela enfiou as unhas nas minhas costas e arranhou, gemendo alto e suspirando , rebolando por baixo enquanto eu meto rebolando, beijei ela, ela mordeu minha boca enquanto goza gemendo, as unhas me arranhando mais forte, o misto de dor e o t***o de ver ela gozar me fez gozar junto com ela, foi a g****a mais longa que já tive, meu corpo ficou fraco, sentei do lado dela, cansado, suado.
Aymê- isso foi muito bom!
Dei um selinho nela.
Samurai- você é muito gostosa, já gozei muito batendo uma pra você más nem de longe eu pensei que fosse tão gostosa assim.
Aymê- isso não é coisa de falar para uma mulher.
Samurai- foi m*l, más é verdade.
Aymê- tudo bem, eu não espero que você seja educado.
Samurai- falou a educada, desbocada e chata pra c*****o.
Aymê- vai se ferrar samurai.
Samurai- cala a boca chata pra c*****o.
Aymê- i****a!
Samurai- sem talento.
Aymê- bandido de merda!
Samurai- você beija m*l.
Ela riu.
Aymê- soca fofo.
Samurai- molhada demais.
Aymê- isso é r**m?
Samurai - é! quer saber você não ia pra casa?
Aymê- eu vou! E você vai me levar.
Samurai- eu tenho cara de moto táxi?
Aymê- tem cara de o****o mesmo.
Ela levantou pegando as roupas dela.
Samurai- já vai tarde.
Aymê- vai se f***r samurai.
Levantei e puxei ela por trás.
Samurai- eu não quero más já você pediu eu vou te f***r de novo.
Aymê- me solta!
Peguei ela no colo subi as escadas e levei ela para o meu quarto, deitei ela na cama, beijei ela.
Aymê- eu beijo m*l e fica me beijando porquê?
Samurai- é o que tem pra hoje.
Falei sorrindo, ela deu um tapão no meu braço, beijei ela de novo .
Aymê- i****a! Gostoso
Samurai- chata! Gostosa
Meu p*u já tá trincando de novo pra ela, peguei uma camisinha na gaveta coloquei , ela ficou de quatro pra mim, beijei a nuca dela, desci beijando pelas costas, beijei a b***a dela é a raba mais bonita que eu já vi, ela é a dona mais gostosa e mais gata que eu ja vi, ela é a primeira mulher que eu como na minha casa , na minha cama, passei a mão na b****a dela molhada e suculenta, coloquei o p*u devagar e meti ,deixei pulsar dentro dela, ela olhou para trás com uma cara de safada .
Aymê- mete com força, tú é bandido p***a!
Samurai- safada, eu vou te machucar c*****o , vou te macetar se prepara p***a!
Dei dois tapas fortes na b***a dela ela gritou. Segurei o cabelo dela e puxei, meti com raiva, forte, ela geme alto e que se f**a o mundo.
Aymê- me come com raiva bandido filho da p**a!
Entre tapas e estocadas violentas eu gozei e ela gozou gritando meu nome.
Puxei ela para o banheiro, tomamos um banho quente, abraçados, nos beijando, minhas mãos passeando pelo corpo dela, meu corpo sentido o toque dela, ela entrou onde nenhuma mulher tinha entrado antes, na minha casa, no meu quarto, na minha cama, no meu coração, na minha vida!
Saímos do banheiro, nos enxugamos.
Aymê- tenho que ir embora agora.
Samurai- vamos deitar aqui um pouquinho daqui a pouco eu te levo.
Deitei e ela deitou no meu peito.
Aymê- eu te odeio!
Ela falou sorrindo.
Samurai- eu te odeio!
Sorri de volta e beijei ela, fiquei fazendo cafuné nela e ela dormiu rápido, puxei a coberta , cobri ela, coloquei a cabeça dela de novo no meu peito.
Os cara ficou sem o pó, deve ter altos chamados no rádio, no celular, dá nada o mundo podia era acabar hoje que eu tô de boa! Dei um beijo na testa dela e dormi.
Acordei sentindo o cheiro dela, abri o olho más ela não tá mais deitada no meu peito, olhei em volta, e ela não tá aqui.
?para o livro nesse capítulo que eu quero descer, esses dois são minha religião! até que enfim rolou! Cadê você Aymê minha filha?