Entre o amor e ódio

3435 Words
Samurai narrando- fiquei bolado com a cena do beijo, esse beijo era pra ser meu, era pra fechar com chave de ouro a vitória de hoje, desgraçado desse professor dos infernos , quem esse play boy pensa que é quem pra vim no meu morro beijar uma moradora assim? do nada? a minha moradora. Lk- ganhamos p***a! Samurai- põe aquele forasteiro ali pra andar irmão, agora. Lk- quem? Samurai- aquele desgraçado que tá de ideia com a Aymê , põe ele pra correr, e não é pra subir aqui de novo se subir vai ser recebido na bala. Lk- tá falando sério? Samurai- não, tô brincando c*****o! tô com cara de quem tá brincando? Ele saiu com raiva e voltou. Lk- dei a ordem, más ela falou que vai junto. Olhei ela tava sorrindo de lado essa filha da p**a,tem o dom de me provocar, de me matar na unha. Samurai- deixa ela ir, eu não quero esse play boy no meu morro e f**a-se. E ela foi atrás dele, uma hora esse c*****o vai arrumar para a cabeça dela se ficar me provocando desse jeito. Depois de agradecer a minha comunidade pelo que fizeram por mim eu liguei a moto e subi para a boca, tem que começar a colocar as coisas para andar de novo, esse dia parado é prejuízo na casa, esperei o LK e o neném. Neném- e ai mano. Samurai- bora voltar às atividades, correr atrás do prejuízo. Lk- demorou! Samurai- Lk leva o dinheiro do enterro para as família que perdeu parente nessa guerra, e se eles precisar de alguma coisa pode me ligar aqui na boca. Lk- pode crê! Samurai - neném trás a mercadoria de volta e bota os soldados para vender. Neném- de boa! Samurai- mais uma guerra pra conta, e mais uma vez nós três juntos é assim que tem que ser, irmãos até o fim. Nos abraçamos e comemoramos juntos, cada um foi fazer o que tinha que fazer, fiquei sozinho com meus pensamentos que mesmo depois de tanta coisa ter rolado, insiste em pensar nela e naquele beijo. Bateram na porta que sempre fica aberta , pensei que fosse algum dos caras que voltaram, meu coração disparou quando ela apareceu na porta, vestida de short, uma blusa decotada que chama atenção para os s***s dela, cabelos soltos. Aymê- oi! Samurai- não quis ir atrás do seu play boy? Aymê- eu fui, más ele vai dar aula então tive que voltar. Samurai- tá fazendo o que aqui? Ela foi caminhando na minha direção e parou com as mãos encostadas na mesa. Aymê- obrigada! Samurai- pelo quê? Eu sei , más quero ouvir ela dizer. Aymê- você gosta de ficar por cima né? Samurai- gosto mais quando elas ficam por cima. Eu ri e ela fechou a cara. Aymê- só vim agradecer mesmo. Samurai- então agradece. Aymê- obrigada por ter encontrado o meu irmão, obrigada por ter me levado para casa, obrigada samurai. Samurai- relaxa pô! Tu também livrou meu lado tá de boa. Ela tem um jeito de me deixar fraco, vulnerável eu daria tudo o que ela quisesse só preciso de uma noite com ela, viajar nesse corpo até me perder na volta. Aymê- essa boca já era feia, agora tá pior. Tava perdido nos meus pensamentos, e nem me liguei no que ela tá falando. Samurai- a boca foi atacada não tinha como ficar bonita, tá achando r**m é só arrumar. Aymê- você não para de ser i****a por nenhum segundo, como pode? Samurai- eu tenho muita coisa para fazer se você não tem, mete o pé. Aymê- vou te ajudar a arrumar a aqui. Samurai- eu não vou limpar aqui, eu pago uma faxineira. Aymê- ótimo então você me paga. Ela enrolou a blusa que ficou mostrando a barriga dela com a p***a desse pircieng que parece que chama meu nome, e se eu olho para ele , eu desço mais um pouco o olhar, e c*****o eu quero muito isso. Samurai- então pode começar. Ela pegou umas paradas para limpar, me arrependi de ter deixado ela limpar a boca, cada movimento dela me deixa louco. Aymê- pode vim me ajudar. Samurai- tá me tirando? Aymê- vai me deixar trabalhar sozinha? Ela falou com a voz manhosa. Comecei a juntar as cápsulas de bala. Samurai- tomar no **, o dono do morro varrendo o chão se alguém me ver fazendo isso perco a minha moral. Aymê- para de reclamar, você não vai perder nada. Ela ligou a mangueira e me molhou . Samurai- para com isso c*****o. Aymê- o gatinho não gosta de banho? Cheguei bem perto dela, tomei a mangueira e molhei ela todinha. Samurai- e agora? Ela tentou tomar a mangueira e nossos corpos molhados acabaram ficando perto demais, fixamos o olhar um no outro, tempo suficiente para a boca dela achar a minha e eu me perder dentro da boca dela, puxei ela para mais perto segurei a nuca dela e invadi a boca dela com vontade, ela me soltou de uma vez e me empurrou. Aymê- não! Samurai- foi você que me beijou p***a! Aymê- eu sei más eu não posso. Samurai- porquê não pode, você ainda me odeia ? Aymê- é isso eu te odeio! Eu não consigo. Samurai- esse beijo não foi de ódio. Aymê- não, não foi, foi de gratidão eu não consigo sentir nada por você além de ódio, eu tenho que ir. Ela saiu toda molhada e me deixou pior do que eu já tava, desgraçada, passei um rádio para o marola mandar alguém vim terminar de arrumar a boca e falei pra ele marcar um dez por aqui, esperei ele chegar. Marola- ii qual foi tá todo molhado chefe? Samurai- quebrou um cano más já arrumei, se liga tõ morgado, vou em casa tomar um banho e tirar meia hora de jega, fica por aqui falô. Marola- de boa! Cheguei em casa tomei um banho gelado. Acabou! Eu não vou dar mole pra mulher nenhuma, não vou deixar essa dona atrasar meu lado, quero que ela vai se f***r, me beija e vem falar que me odeia, quero que ela vá pro inferno. Vou deixar você seguir a sua vida Aymê com o seu play boy que você não odeia, parei por aqui, não vou dar mais mole pra você, não quero mais nem saber de você e de nada que venha de você. Me arrumei fui no postinho fazer o curativo nesse braço que tá doendo pra c*****o, trombei uma enfermeira gata, das mãos de anjo, já intimei ela que eu não sou nem o****o, se pá nunca é ímpar, já mandei ela colar no baile do Mazim sábado, o pai ta on de novo e dessa vez é sem pausa. Trombei o LK , passei no restaurante da tia peguei uma marmita de lei, passei no motel pra pegar uma ponta e dar um oi para minhas funcionárias, daquele jeitão e fui pra casa, comi e me joguei na cama, tentei não pensar nela, afastar tudo que me leva a pensar nela, fecho os olhos e sinto o gosto da boca dela, essa p***a deve ter jogado macumba pra mim, ia jogar macumba se não me quer é f**a! Aymê narrando- meu corpo treme quando chega perto dele, eu não me controlei e beijei ele, como um flash r**m minha cabeça me trouxe a consequência dessa proximidade toda, eu não posso deixar que meu coração tente me trair desse jeito, o Samurai não é homem pra mim, ele vai morrer dentro desse morro e eu não quero isso, por mais que eu queira arrancar a minha roupa e gritar pra ele me possuir e não posso fazer isso e no outro dia ele fingir que não me conhece eu morreria, é melhor cortar o m*l pela raiz, é melhor apagar a chama antes que ela tome conta de mim e eu perca o controle. Cheguei em casa tomei banho, comi e como previsto eu não consigo parar de pensar nele, eu tento, me obrigar a pensar no Daniel, más não consigo, eu sempre me forcei a gostar e a não gostar de quem eu quiser, e agora não tá funcionando, eu preciso parar, eu tenho que me afastar como sempre foi , não sair de casa, evitar ver ele, é isso vou ocupar minha mente na faculdade, vou voltar a ser a Aymê de sempre eu sei que eu consigo. No outro dia a Isa passou aqui e fomos para a faculdade. Isa- amiga tá calada o que foi? Aymê- tô gostando... Isa- do samurai eu sabia! Aymê- nossa Isa você é uma peste, eu não posso gostar dele. Isa- a gente não gosta de quem a gente quer, por isso é tão bom gostar. Aymê- eu beijei ele e não consigo parar de pensar. Isa- eu sabia, que esse ranço todo, essa raivinha ai tinha coisa. Aymê- más eu não vou ter nada com ele, nunca. Isa- para de ser retardada, tú acha que ele quer casar ter filhos, claro que não, ele quer o que você quer, cama bebê! Aymê- direta e reta. Isa- sou sua amiga quero o seu melhor ,dá para o Samurai más casa com o Daniel vai por mim. Ayme- você ama o LK? Isa- mais do que tudo nessa vida. Os olhos dela brilham quando ela fala no Lk, se não for amor eu não sei o que é, a Isa largou tudo para morar no morro com ele, eu acho uma loucura, deveria ter sido ao contrário ele deveria ter largado tudo por ela ainda mais que vida ele tem para oferecer dentro de uma favela? Tiros, a chance dela ficar sozinha porquê a qualquer momento ele vai ser preso ou morto. Aymê- quem ama mente? Soltei do nada meio que sem querer ela freou o carro. Isa- não faz mais isso, você não sabe o que tá dizendo. Aymê- desculpa Isa, eu acho que você tem que contar pra ele, você precisava ouvir ele falando sobre filhos, sobre querer ser pai de novo. Isa- eu não vou falar nada e você também não, prometemos não tocar nesse assunto então não faz isso Aymê. Fomos o restante do trajeto em silêncio sem olhar uma para a outra, desci do carro, cada uma foi para a sua sala claramente com raiva. No intervalo eu não procurei por ela, a Rafaela sentou do meu lado. Rafaela- oi Aymê. Aymê- oi rafa. Ela nem parece a mesma que chorava preocupada com o Samurai e com o neném. Rafaela- você tá namorando o professor e pegando meu irmão? Ayme- não namoro o professor e não tenho nada com seu irmão e também acho que não seja problema seu. Rafaela- calma! eu ouvi o samurai falando de você para a minha mãe, e nunca tinha ouvido ele falar de ninguém pra ela. Aymê- é mas não temos nada e não vamos ter. Rafaela- vocês se beijaram, foi o que ele disse, você tá de olho no dinheiro deles ,você não gosta de nenhum, só quer a grana! Aymê- acho que você confundiu, eu não me chamo Rafaela que vive as custas do tráfico e tem vergonha do irmão traficante, se eu fosse interesseira assim como você tá dizendo eu não estaria aqui estudando, você não se importa com ninguém além de você, você não estava preocupada com o samurai, na invasão, estava preocupada em ficar sem o dinheiro dele. Rafaela- eu não quero ficar brigada com você de novo, más ele é meu irmão eu me preocupo sim. Aymê- não precisa, você não vai precisar dividir a renda dele comigo. Rafaela- credo eu não falei por m*l, me desculpa ter te ofendido, gostei da sua calça. Ela me olhou com um olhar de desprezo, elogiando a minha mesma calça de sempre e saiu, fingi ler a apostila para esconder a minha tristeza, se ele pensar assim de mim também e só quiser me levar para a cama achando que eu quero dinheiro, ele sabe das minhas necessidades, ele conhece até os armários da minha casa, e o Daniel será que também pensa assim? Por isso me encheu de presentes? más ele já me levou para a cama e continua sendo como sempre foi. Ele sentou do meu lado. Daniel- oi princesa. Sorri sem graça. Aymê- oi! Daniel- tá tristinha o que foi? Aymê- nada! Eu vi nele uma oportunidade de chegar aonde eu quero, fiquei deslumbrada com o mundo diferente que ele me mostrou. Daniel- minha mãe vem para o Brasil esse fim de semana e quer conhecer você. Aymê- você falou de mim? Daniel- claro que eu falei. Aymê- acho melhor a gente ir com calma. Daniel- não se preocupa eu só quero que você conheça ela, prometo que não vou pedir você em casamento. Aymê- se eu não tiver que olhar a Iasmim eu vou. Daniel- tá bom, tenho reunião com alguns professores te encontro na saída. Sorri de volta. Fui procurar a Isa achei ela dentro do carro chorando. Aymê- abre aqui. Ela abriu. Isa- você acha que pra mim tá tudo certo né? Mas não tá eu me culpo e me arrependo más se pudesse voltar atrás faria tudo igual. Aymê- isso não é se arrepender, eu não estou julgando você, só acho que você deveria contar a verdade para o LK. Isa- eu não posso fazer isso. Aymê- então é uma decisão sua. Isa- quero ir embora. Aymê- então vamos embora. Isa- você vai faltar aula? A toda certinha? Eu ri junto com ela, abracei ela e voltamos para o morro, mandei mensagem para o Daniel avisando que eu já tinha ido embora, eu não sei o que se passa dentro da Isa tem alguma coisa que ela não conta por nada. A semana passou rápido, graças a Deus, eu não vi o samurai o que não quer dizer que eu não tenha pensado nele, é só nele que eu penso. Fiquei a tarde de sexta com a Iasmim, ela dormiu comigo, Isa já foi buscar ela no sábado a tarde, então não pude almoçar com a mãe do Daniel. Isa- vamos pro baile hoje? Aymê- você sabe que eu não gosto de baile. Isa- más gosta do samurai. Aymê- eu me arrependo tanto de ter te falado isso, eu gostei já passou. Ela riu que gargalhou. Isa- vamos! Minha mãe vai vim buscar a Iasmim e a gente vai dançar muito. O gostinho de provocar o samaurai, eu gosto. Aymê- eu vou então. Isa- samurai que faz milagre, mesmo sem ser santo. Ela foi embora. Eu mesma fiz minhas unhas, eu detesto baile, más eu quero ver ele nem que seja de longe, nem que seja com alguém que me faça esquecer ele. A noite me arrumei, arrumei meus cachos, esperei a Isa más quem buzinou foi o neném. Neném- c*****o! Que perfeição. Ele assobiou. Aymê- a Isa vai vim me buscar. Neném- Ela já tá lá, falou pra eu vim. Que ódio. Aymê- não quero problema com a sua namorada. Neném- eu não tenho namorada, tenho um lance sigiloso relaxa. Chegamos no baile lotado, o neném segurou minha mão e foi me levando no meio da multidão. Me arrependi de ter vindo, uma muvuca não dá pra entender a música, não sei quem é quem com essa luz piscando. Neném- bora subir? Aymê- não, lá em cima é área do seu chefe eu não quero ver ele. Ele trouxe um copo com wisky e água de coco, eu bebi quase todo. Neném- c*****o tú é marrenta demais mano. Aymê- não entendi. Ele chegou bem perto de mim, colocou a mão na minha cintura e falou no meu ouvido que eu sou marrenta eu ri. Senti uma mão me puxar forte. Samurai- tá engraçado o papo aqui? Eu ri, não consegui me segurar. Neném- qual foi ? O som tá alto. Samurai- vaza filho da p**a. Aymê- me solta! Samurai- tá fazendo o que aqui? Você não anda em baile, tá aqui só pra tirar minha paz c*****o. Matei o resto do copo de wisky, sem olhar para ele, ele segurando meu braço com força. Aymê- eu não ouvi direito. Samurai- vai pro inferno! Ele me soltou de uma vez e subiu, fiquei sozinha, não por muito tempo fiz amizade com um soldado o nome dele é marola até que é bem bonitinho, a Isa desceu. Isa- para Amiga. Aymê- o que foi? Isa- marola sai fora, é mulher do chefe. Ele saiu parecendo o filho obediente. Aymê- eu não sou mulher do chefe. Isa- para de vacilar c*****o se ele tá afim de você ,e outro fica de gracinha o outro morre, veio pra ficar dando mole? Aymê- ele tá afim? Isa- olha pra cima. Olhei e ele tava me olhando sem disfarçar. Como é lindo com essa cara de m*l, com esse olhar de quem vai me castigar até eu implorar para viver. Peguei outro copo de whisky e comecei a dançar com a Isa rebolando, os caras se afastaram do nada, olhei pra cima e vi ele beijando a p*****a da enfermeira do posto, perdi até o passo, fiquei sem graça, desconsertada, fingi que não vi, me perdi da Isa de propósito, peguei uma dose de wisky puro e tomei de uma vez, fui andando até a porta, e sai fiquei encostada em um carro tentando me recompor, ouvindo a música de longe, eu vi e não queria ver, não me fez querer esquecer ele, me fez m*l, muito m*l, ver ele beijando outra, foi como se alguém tivesse esmagado o meu coração. Comprei mais bebida e fiquei encostada no carro sozinha com um nó travado na garganta, com vontade de chorar. Melhor ir embora eu nem devia ter vindo. Matei a última dose e fui descendo o morro contando os passos de tão bêbada, minha casa é longe daqui, fui me segurando nas paredes, não sei que horas são, é hora de criar vergonha na cara e não beber desse jeito nunca mais. Parou uma moto do meu lado. Aymê- eu só tenho o celular pode levar. falei sem olhar. Samurai- sobe na moto. Aymê- volta pra sua enfermeira e me esquece. Samurai- sobe na p***a da moto c*****o. Subi na moto, ele não desceu na direção da minha casa, ele subiu. Aymê- minha casa é pra lá. Samurai- a minha é pra lá. Aymê- eu não quero ir para a sua casa. Samurai- eu vou te levar pra sua casa, só vim pegar uma parada pra deixar na entrada do morro. Desci da moto, ele entrou eu fiquei na porta esperando ele tá demorando muito eu tô apertada, entrei para fazer xixi. Sai do banheiro ele tava me olhando de um jeito. Samurai- quem mandou você entrar aqui. Aymê- desculpa eu só entrei no banheiro. Samurai- eu falei pra você me esperar lá fora. Ele olhou pra mim com raiva e chegou bem perto da minha boca. Aymê- eu te odeio! Samurai- então fica longe de mim, fala que me odeia e fica na minha sombra, na minha cola. Aymê- eu quero ir embora pra casa. Samurai- eu vou te levar, já falei que eu te levar, para de ficar atrás de mim falô , de andar onde eu ando, não quero mais trombar você por ai. As lágrimas desceram quase que incontrolável, o medo dele se misturou ao medo de perder o que eu nunca tive. Ele chegou mais perto de mim, segurou meu rosto me olhando com a cara fechada, meu coração disparou. Samurai- para de chorar, você sabe que eu te quero e fica me provocando pra dizer que me odeia, fala que me odeia agora! Fala olhando na minha cara que me odeia. Ele falou pertinho da minha boca e eu respondi. Aymê- eu te odeio! Eu te odeio! Ele me soltou e virou de uma vez, empurrei ele no sofá, parei de frente pra ele, apoiei meus joelhos no sofá, ele ficou com as pernas entre as minhas, enxuguei as lágrimas, olhei pra ele e soltei o que tá preso. Aymê- eu te odeio! eu odeio quando você chega perto de mim, odeio o controle que você tem dos meus pensamentos, odeio gostar tanto de beijar você, odeio o jeito que o seu corpo tem de chamar o meu, eu me odeio por gostar tanto de você. ?esse casal continua nesse bate bate, más tá andando, é um amor e ódio que não tem fim, será que a Isa vai ter coragem de falar a verdade para o LK? Eitaaa e agora? Foi só cachaça? Vai rolar com cachaça mesmo?
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