Capítulo 3:

1602 Words
?Vincenzo Battaglia Rossetti: Tudo está pronto para a viagem. Embarco amanhã. — Dá pra você olhar para o seu irmão mais velho por favor ?—Nicollo fala mais uma vez.—Eu estou desabafando aqui Vincenzo. —E eu estou ouvindo. O que você quer que eu diga? —Eu não sei. Eu estou desesperado.—Diz e passa a mão pelos cabelos.—Abigail m*l olha na minha cara , a garota tem um ódio nutrido por mim. Não há nada que eu possa fazer pra ela me perdoar. Tom é o mais fácil de lidar , ele não lembra de nada do que aconteceu anos atrás , mas mesmo assim ainda é relutante em relação a mim. Meus próprios filhos preferem aquele brasileiro metido a b***a, que o próprio pai. —Você não faz nada para se aproximar dos seus filhos Nico. Viajar , comprar um monte de presentes caros , não irá adiantar em nada.Você não vai conseguir comprar o amor dos seus filhos. Não percebe que eles precisam de mais , muito mais.—O olho atentamente.—Eles querem que você se importe , que demonstre tudo que sente. Qual foi a última vez que compareceu a um aniversário de um deles?Quando você compareceu à uma apresentação na escola de dia dos pais? Nenhuma Nicollo. Você simplesmente não estava e não está lá. Ao contrário do Tiago , que está acompanhando os seus filhos , fazendo o papel que deveria ser seu. Você quis assim , a culpa é somente sua. Não tenta achar que a culpa são deles , pois não são. Foi você que não fez seu papel de pai. —Como eu iria participar se eu não conseguia uma folga do trabalho? —Não me faça querer esmurrar a sua cara.—Digo. —Quer saber? Vou embora,esfriar minha cabeça bem longe daqui.—Caminha até a porta. —Esse é o seu problema. Você foge , não enfrenta seus problemas. Continue fazendo isso , já já irá se arrepender. Ele não me responde nada,somente me dá as costas e sai. Eu amo o meu irmão , mas às vezes me dá vontade de bater na cara dele até entender que para ter o amor dos filhos só depende dele. Apesar de todas as cagadas que ele já fez , Irina nunca quis colocar os filhos contra o pai , pelo contrário. Nos dias de confraternização na casa dos meus pais , ela fazia questão de levar as ccriança. Sempre incentivou a interação conosco. Ela passou por cima do orgulho,somente pra dá o melhor para os filhos. Enquanto isso Nicollo foge quando surge um problema. Ele some por dias , semanas , e depois volta como se nada tivesse acontecido. Uma hora a vida irá cobrar,e ele vai se arrepender de todas as suas atitudes. —Não se esqueça de trazer o melhor whisky para o seu velho pai.—Lembra , pela milésima vez , somente hoje.—Se trouxer uma porcaria , eu te elimino seu moleque. —Poderia fazer isso só de pirraça.—Mica diz , revirando os olhos.—Os rins de vocês iriam agradecer se parassem de beber , o fígado nem se fala. —Você não sabe o que é bom.—Meu pai diz.—Preciso lembrar mais uma vez Vincenzo? —Tchau , preciso terminar de arrumar as minhas malas. Dou as costas para aquele bando de maluco , e dou partida para o meu apartamento. Óbvio que eu menti. As minhas malas já estão prontas desde ontem,tudo está devidamente organizado. Ficarei em Edimburgo , cidade onde irá acontecer a feira do whisky. Minha hospedagem já foi feita , no melhor hotel da cidade. Agora,eu só preciso de uma única coisa para me acalmar até a viagem. Pego o celular , e disco o número. —Mande a 23 , pro mesmo endereço. —Irei informá-la. Garanto que não ficará esperando por muito tempo. —Bom.—Desligo. Tenho o fetiche desde os 15 anos. Na verdade , eu só tomei ciência aos 15. Eu sentia uma necessidade , era um t****o em relação aos s***s das mulheres. Eu babava , sentia necessidade de colocá-los na minha boca , e mamar igual um neném. Só tive essa experiência,aos 20. Ela gostava , mesmo com a vontade reprimid a, não esbocei nem falei nada. Ela me pediu e eu explodi por dentro. Naquele dia eu soube que não teria mais volta. Mamei muito , quase não quis desgrudar dos s***s dela. Foi o início de um caos. Muitas mulheres acharam estranho , não entenderam. Pra saciar meu desejo , entrei numa associação , onde mulheres se colocavam a disposição de homens e mulheres iguais a mim. Ela vendiam seus serviços,mas nada envolvendo r************l. Eu entrei , e fui me libertando. Comecei a solicitar mulheres lactantes , e foi aí que tudo piorou ainda mais. Eu não conseguia ficar sem leite , virei um fiel cliente. Eu não sei explicar direito. Só sei que me acalma. Muitas mulheres que me "doaram" leite , quiseram algo a mais , o que foi negado no mesmo instante. Eu não poderia misturar as coisas,mesmo sentindo uma imensa vontade de f***r com algumas das mulheres associadas. Quando eu quero t*****r , basta contratar uma profissional ou ir em alguma boate. Até mesmo no meio da rua , se pode encontrar uma parceria s****l. Mulher é o que não falta. Quase ninguém sabe desse meu lado. Me envergonho um pouco disso , e não consigo falar. O que as pessoas iriam pensar , ao saber que eu sinto t***o ao mamar nos s***s de uma mulher? Um homem feito, pendurada num peito. É estranho pra muita gente. Por isso eu não falo sobre esse assunto com ninguém. Sentado na poltrona , eu espero pela chegada de Kaila. Ela está associada a algum tempo , consegue muito dinheiro nesse ramo. É lactante , o que aumenta ainda mais a minha satisfação. Ao entrar , ela já começa a abrir a blusa , revelando os s***s grandes e pesados. Apertando de leve , faz algumas gotas saírem e meus olhos não conseguem desviar da cena. O leite escorre pelo seu seio , e eu sinto a minha boca começar a encher de água. Me levanto e vou me aproximando dela. Abaixo a minha cabeça e circulo seu mamilo com a língua , logo começando a sugar devagar. O líquido branco e quentinho começa a encher a minha boca. É impossível não soltar resmungos de satisfação. É muito bom. Leite e whisky estão empatados na competição. Não consigo viver sem nenhum dos dois. Levo Kaila até o sofá , onde a sento. Fico a sua frente , com meus joelhos prostados no chão , tomando mais do líquido morno. Kaila solta alguns gemidos baixos,enquanto acaricia meus cabelos com suas unhas enormes. —Está bom?—Ela pergunta. Eu não respondo , só fecho meus olhos e volto a mamar. Não gosto de trocar palavras com elas , apesar de Kaila me atender a um bom tempo. Ela leva a mão até o outro seio e o aperta , esguichando o líquido em mim. Solto seu mamilo e passo a língua pelo local onde está escorrendo o leite. Olho no rosto de Kaila, quando aperto seus dois s***s com força , mesmo sabendo o quão sensíveis eles ficam no período de lactação. Vou alternando entre um seio e outro , tomando o leite pra mim. Começo a me sentir e******o. Nunca cheguei a gozar enquanto mamo,mas sei que é possível . —Me fode hoje por favor...—Ela pede manhosa.—Só hoje... Kaila e eu , uma única vez,acabamos quebrando o acordo. Eu não resisti , e acabamos por t*****r. Eu não me arrependo , ela é gostosa e sabe como satisfazer um homem. Mas não irá se repetir. —Não.—Digo e ela faz um bico com a boca. Volto a mamar , sabendo que depois terei que me aliviar sozinho. Não irei cometer o erro duas vezes. ••• Sinto o meu sêmen sujar a minha mão. Minha respiração está acelerada. Apoio a testa contra o mármore e busco controlar a respiração. A água cai sobre mim,me acalmando um pouco. Meu vôo sai daqui a pouco. Preciso estar no aeroporto em meia hora. Sou muito rigoroso com a questão de horário, odeio pessoas que se atrasam. Tomo um banho relaxante. Visto uma camisa polo azul marinho e uma calça jeans preta. Penteio meus cabelos com os dedos,olhando minha imagem pelas paredes do elevador. Ao meu lado está a única mala que eu irei levar. Não há necessidade de levar tanta coisa. Se eu precisar de alguma coisa , eu posso comprar lá. Ao chegar na parte privada do aeroporto , vejo o meu jatinho particular parado. O piloto e co-piloto já estão me esperando. Dou somente um aceno com a cabeça e entro na aeronave. As poltronas são de couro branco , seis no total. São bastante confiáveis. Há um quarto adaptado na parte de trás , junto com um banheiro.Caso o passageiro queira se distrair durante o vôo , há pequenas TVs que são equipadas. Tudo foi escolhido pela minha mãe , e ela gosta de exagerar nas coisas. Coloco o cinto com a orientação do comissário de bordo , e sinto um solavanco do avião decolando. As imagens começam a ficar distante , e em pouco tempo não consigo ver mais nada claramente . Respiro fundo e me encosto na poltrona , fechando os olhos.
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