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1976 Words
Capítulo 42 Yan narrando Eu saio da casa de Serena e encontro Arthur, a gente se encara. — Cadê o Anjinho? – eu pergunto para ele. — Esta lá em cima no comando – ele fala — Vamos partir para o plano B – eu falo para ele e ele em encara — É arriscado, não sabemos o que ele pode fazer se sair do morro – ele fala. — Eu deixei ele ficar , só que as coisas saíram do eixo – eu respondo para que em encara – só que não dá mais. Eu penso no que Serena disse sem nem ter se ligado em que Ana Julia estava grávida, escapou da sua boca e de uma forma que nem ela se tocou que me passou essa informação. Eu precisava de anjinho aqui dentro porque sei o quanto ele era importante, mas quando ele me disse que eu não sabia quem era Ana Julia eu me toquei e liguei os pontos evi que na verdade, nunca foi ele, sempre foi ela. Eu vou até em casa e encontro Ana Julia na cozinha tomando um café, ela me encara. — Yan , eu não queria trazer problemas – ela fala me encarando — Eu sei de tudo – eu falo olhando para ela e ela me encara — Ele te contou? – ela pergunta nervosa – ele disse que não contaria a você. — Ele não precisou me contar para que eu descobrisse – eu falo para ela e ela me encara com medo — O que você vai fazer comigo? — Nada – eu falo para ele – mas realmente você merecia o pior castigo , merecia ter sido queimada nos pneu logo que ele descobriu. Ele era o pai dele e o nosso maior inimigo, você tem noção disso? – ela me encara chorando – você traiu o morro Ana Julia, você foi abandonada no morro, meu pai te colocou em uma casa, em uma família, você não seria nada. — Por favor Yan – ela fala chorando – eu errei, eu errei. — Eu sei raiva que ele sente por ti – ela me encara e engole seco – eu sei, agora eu sei, porque eu estou sentindo a mesma raiva. Mas eu não vou te matar por que tu tá carregando um filho do Junior, e se eu te matasse e ele descobrisse isso, ele jamais me perdoaria. — Você contou a ele da gravidez? – ela fala – espera, como você sabe? — Eu sei de tudo dentro do meu morro – eu falo para ela. – Mas agora, a gente vai ter uma conversa séria – eu coloco a minha arma na mesa – e eu quero que você comece me contar tudo que sabe sobre Antonio, tudo que ele queria saber sobre o meu morro, sem mentiras, sem rodeios e sem choro, engole a porcaria do teu choro. (.....) Ela segurava as lagrimas e minha mãe se aproxima da cozinha meio assustada com a cena que ela ver. — Yan – minha mãe fala — A partir de hoje Ana Julia só sai dessa casa com a minha permissão – Ana Julia me encara – a partir de hoje você é propriedade do morro, se tentar fugir, você será morta na mesma hora, se tentarf me passar a perna, você será morta na mesma hora. Me entrega o celular , vai ter somente os itens pessoais. — E depois o que você vai fazer comigo? – ela pergunta — Você sbe muito o que me interessa – eu falo para ela – para mim, para o meu morro, você é uma traidora, uma x9 – minha mãe me encara – e não se esqueça nunca, que o destino é a morte!! — Por favor Yan – ela fala — Ah e outra coisa – eu falo para ela – quero voc`^e longe da Serena , você me escutou? – ela me encara – se você abrir o bico sobre alguma coisa com ela, eu mato você na hora. Capítulo 43 Yan narrando Eu me sento na boca e puxo as câmeras de segurança que tinha conseguido do acidente, as gravações são distante, Caio entra pela porta e me encara. — Ainda está olhando essas gravações? – ele pergunta – Anjinho está puto , bem nervoso — Eu também estaria na situação dele. — E a garota vai deixar viva? — Tenho que deixar, infelizmente – ele me encara — Não vai me dizer que ela – ele me encarfa — Não vamos contar a Junior agora – eu falo – é capaz dele perder ainda mais a cabeça e achar que essa criança nem é dele. — Era tudo que faltava, já não basta aquele filho da p**a ter abandonado ele, ainda usou — Antonio fez de proposito, escolheu a dedo a pessoa mais fraca aqui dentro para entrar na mente – eu falo – e quem seria? A mulher do filho dele, sabia que no fim ele sairia ileso e ela fudida. — Se ele estiver morto — Ele não está morto – eu falo para ele e ele me encara – ele não está morto, esse acidente foi forjado e cada vez mais eu tenho certeza disso, eu só preciso ter certeza de outra coisa — Que alguém sabe? — É – eu falo para ele. — Alguém sabe — Você não tem medo de estar se envolvendo com ela? – ele pergunta me encarando – e daqui a pouco a bomba explode e ai? — Eu estou de boa – eu acendo um baseado – eu estou no controle de tudo, me mantenho na minha, levando as coisas da forma mais tranquila, deixando todo mundo achar que está se criando a porcaria de um caos aqui dentro, ms quem vai dar a ultima cartada sou eu. — E o Arthur? — Ele está por dentro de tudo desde o começo, você sabe disso – eu respondo para ele – tem uma mulher que devemos se preocupar mais — Essa está tirando a sua paz – ele fala rindo — Completamente – eu respondo para ele. — E o Anjinho? — Acho que vou manter ele longe do morro – eu falo para ele – ainda não sei certo o que vou fazer, mas vou mandar ele em uma missão para fora, já tenho uma planejada. — Ele está com raiva, até mesmo da professora – ele fala – você sabe do que ele é capaz. — Reforça os vapores em cima de Serena e qualquer coisa me avisa. — Ok – ele fala. Uma professora misteriosa no morro, [08/02/2024 02:03] Capítulo 43 Yan narrando Eu me sento na boca e puxo as câmeras de segurança que tinha conseguido do acidente, as gravações são distante, Caio entra pela porta e me encara. — Ainda está olhando essas gravações? – ele pergunta – Anjinho está puto , bem nervoso — Eu também estaria na situação dele. — E a garota vai deixar viva? — Tenho que deixar, infelizmente – ele me encara — Não vai me dizer que ela – ele me encarfa — Não vamos contar a Junior agora – eu falo – é capaz dele perder ainda mais a cabeça e achar que essa criança nem é dele. — Era tudo que faltava, já não basta aquele filho da p**a ter abandonado ele, ainda usou — Antonio fez de proposito, escolheu a dedo a pessoa mais fraca aqui dentro para entrar na mente – eu falo – e quem seria? A mulher do filho dele, sabia que no fim ele sairia ileso e ela fudida. — Se ele estiver morto — Ele não está morto – eu falo para ele e ele me encara – ele não está morto, esse acidente foi forjado e cada vez mais eu tenho certeza disso, eu só preciso ter certeza de outra coisa — Que alguém sabe? — É – eu falo para ele. — Alguém sabe — Você não tem medo de estar se envolvendo com ela? – ele pergunta me encarando – e daqui a pouco a bomba explode e ai? — Eu estou de boa – eu acendo um baseado – eu estou no controle de tudo, me mantenho na minha, levando as coisas da forma mais tranquila, deixando todo mundo achar que está se criando a porcaria de um caos aqui dentro, ms quem vai dar a ultima cartada sou eu. — E o Arthur? — Ele está por dentro de tudo desde o começo, você sabe disso – eu respondo para ele – tem uma mulher que devemos se preocupar mais — Essa está tirando a sua paz – ele fala rindo — Completamente – eu respondo para ele. — E o Anjinho? — Acho que vou manter ele longe do morro – eu falo para ele – ainda não sei certo o que vou fazer, mas vou mandar ele em uma missão para fora, já tenho uma planejada. — Ele está com raiva, até mesmo da professora – ele fala – você sabe do que ele é capaz. — Reforça os vapores em cima de Serena e qualquer coisa me avisa. — Ok – ele fala. Uma professora misteriosa no morro, [08/02/2024 16:21] Capítulo 44 Serena narrando Eu saio do morro no meio da noite mesmo, entro no meu carro e saio dirigindo sem rumo, paro na frente da minha casa e olho para casa da minha irmã mas estava tudo fechado e luz apagada. Acho estranho, Carla não saia muito. Eu entro dentro de casa e me jogo no sofá, fico olhando para o teto mas acabo adormecendo e quando acordo sinto barulho vindo do lado de fora, eu dou um pulo do sofa e olho pelas cameras, vejo que era dois homens con capuz preto tentando abrir as portas e as janelas da frente. - Policia, como podemos ajudar? - Tem dois homem tentando invadir a minha casa - eu falo - Qual seu endereço? -- Meu endereço - eu falo passando o endereço - A senhora tem algum lugar seguro que possa se trancar? Eu começo andar para trás e vejo que eles estouram a janela. - Eles entraram - Eu falo. Eu entro no escritório e tranco a porta, escuto os passos mas não voz, eles começam a derrubar a casa toda a baixo, só sentia o barulho das coisas quebrando, eu pego e abro a janela do escritório devagar , minha casa era baixa, pulo a janela e fecho ela devagar, saio andando e vou até o meu carro, olho para dentro da casa e ligo o alarme dele entrando no carro. Eu ligo o Carro e quando começo andar vejo que eles sai de dentro da casa, começo andar a mil com meu carro e logo vejo que tinha duas motos atrás de mim. Meu celular começa a tocar e era Maisa. - Eles vão me matar - Eu grito - Eles quem Serena? - Ela pergunta mas eu somente conseguia acelerar o carro e dirigir para o mais longe possível que eu conseguia, mas via pelo espelho as duas motos atrás de mim. Eu entro em uma de estrada de chão e vejo quando os faróis da.moto apontam no meu retrovisor, comeco a ligar para Maisa mas ela mas ela me atende mais. Meu carro bate em algo e eu acabo perdendo o controle, ele capota três vezes e desce ladeira a baixo rodando, o carro para e eu paralisou tentando ver se eu estava bem e sentia todo meu corpo. Eu empurro a porta com força e a mesma estava emperrada, eu pego meu celular para pedir socorro mas ele tinha quebrado todo. Forço a porta e consigo sair me rastejando, vejo luzes de lanterna e crio forças para correr o mais longe que conseguia.
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