E mais uma vez eu acordo atordoada e em uma pousa de sangue, já não aguento mais essas surras e para completar estou careca rasparam minha cabeça com essa navalha velha e enferrujada, eu tentei lutar para não deixar e foi bem pior, apanhei tanto que achei que iria morrer, nem no dia que eu cheguei aqui a surra não foi tão intensa assim. Dessa vez eu fui parar na enfermaria da prisão e lá as enfermeiras me orientou a não lutar contra elas e deixar elas fazer o que quiser comigo, pois elas adoram quando a pessoa da trabalho, eu abaixo minha cabeça entre os joelhos e só sei chorar, um choro sofrido e cheio de dor e angústia, agora me bateu um arrependimento do que eu fiz lá fora. Eu me olhei no espelho que tinha no teto da enfermaria e minha aparência está horrível, eu aparento ter uns 60 an

