Por Lirabela Minha cabeça doía. Tentei abrir os olhos, mas a visão estava embaçada. A voz de Observador ecoava preocupado perguntando como eu estava. Deixei que ele adentrasse minha mente e entendesse minhas sensações, ao mesmo tempo que eu puxava dele as memórias sobre o que havia acontecido. — Elliot... — Aos poucos minha visão começou a voltar ao normal, mas a tonteira ainda era forte. Eu estava em cima de um colchão, no chão de uma sala completamente sem janelas, com uma pequena porta, que estava trancada. Havia tochas acesas nas paredes ao lado da porta, deixando o ambiente mais claro e dando-me visibilidade de dois guardas nas laterais da porta e dois atrás de mim. Também havia uma partição pequena dentro da sala, e mesmo sem ver o que tinha por trás da parede, sentia pelo odor qu

