— Sim. Percebendo que eu não tinha mais intenção de falar, ele parou de me fazer perguntas, mas ocasionalmente fazia comentários sobre a internet rápida e a variedade de canais que tínhamos no LeBlanc. Quase me senti enjoada quando saí do táxi depois de pagar. Eu ainda fervia de raiva, com vontade de levantar a mão e dar um tapa no Adrien. — Bom dia, Srta. LeBlanc. O porteiro me cumprimentou quando cheguei à entrada. — O seu pai está esperando. — Muito obrigada. Respondi ao passar. Não tive tempo de dizer nada no caminho para casa, pois Adrien saiu e veio me encontrar. — Adrien, eu... Ele correu até mim e me abraçou, sem se importar que o porteiro pudesse nos ver. Toda a raiva pareceu sumir e desaparecer quando senti o seu cheiro me envolver e as batidas rápidas do seu coração. — V

