— Poderia tocar algo para você? Perguntou-me de repente. — Adoraria. Disse contente. — Espere aqui então. Sentei-me no sofá e vi Adrien se dirigir para o escritório dele, do qual saiu pouco tempo depois com um violão. — Eu costumava tocar mais a guitarra elétrica, mas com o passar dos anos peguei mais gosto pela clássica ou pela acústica. — Nosso filho terá pais músicos. Brinquei enquanto acariciava a minha barriga. Ao levantar o olhar, encontrei o olhar ilusionado de Adrien, que já estava sentado na poltrona para começar a tocar. — Eu sempre tocarei. Jurou. — E você também tocará piano para os dois. Engoli a saliva e senti novamente uma imensa vontade de chorar. Eram fortes demais os sentimentos que me invadiam para que eu soubesse explicá-los. — Iremos aos poucos. Eu disse. — Qu

