A minha cabeça estava uma bagunça completa desde o dia em que Violeta me deixou, um mês atrás. O sofrimento era meu companheiro eterno, um companheiro que nunca me deixaria pelo resto da vida. — Foi tudo culpa minha. Eu pensava toda vez que estava sozinho. Quando eu estava sozinho, tudo perdia o sentido. O quarto ou o escritório pareciam girar, causando-me uma confusão terrível. As únicas coisas que me salvavam eram as intervenções de Elizabeth e Vivian ou os telefonemas ocasionais de conhecidos. Eu não tinha uma ordem de restrição, nem enfrentei nenhum problema legal, embora Vincent parecesse determinado a isso. Violeta conseguiu convencê-lo e a Candem a não tomarem nenhuma atitude contra mim, mas, em troca, ela concordou em morar com eles, o que me deixava com ciúmes a cada dia que pa

