Episódio 8

1261 Words
O contraste entre as aberturas do sutiã, revelando os seus mam*ilos, e o ajuste agressivo da cinta-liga nas suas coxas o fez sentir uma tontura instantânea. A casa não parecia mais uma casa, mas uma gaiola voyeurística onde a eletricidade finalmente encontrara um ponto de aterramento. Sebastian deu um passo em direção a ela, esquecendo-se da pasta e do cansaço. O calor do banheiro lhe encheu os pulmões, mas o que realmente o sufocava era a visão de Elizabeth como ele nunca a vira antes. Nunca a vira assim, tão exposta, tão crua, vestida naquele vermelho que parecia gritar. — Liz... você está incrível. Eu... eu não sabia que você tinha isso. Conseguiu dizer, com a voz embargada. — Eu não sabia que a minha esposa podia ser assim. Elizabeth não se moveu, o queixo erguido, apreciando o efeito que causava nele. O vapor umedecia sua pele e fazia a renda vermelha aderir às suas curvas de uma forma quase sobrenatural. Elizabeth passou as mãos pelo abdômen e entre os sei*os, mordendo levemente o lábio ao perceber o efeito que causava nas calças dele. — Há muitas coisas que você não sabe, Sebastian, ou que escolheu esquecer por estar longe por tanto tempo. Ela respondeu. Deu um passo lento na sua direção, o som dos saltos contra o chão úmido como o estalo de um chicote. — Eu te disse que esta noite existo apenas para você. Ele tentou se inclinar para beijá-la, mas ela colocou a mão no seu peito, impedindo-o. Os seus dedos encontraram o nó da gravata de Sebastian e puxaram com uma força que o fez abaixar a cabeça, quase roçando os seus sei*os pressionados contra o sutiã. — Você ainda cheira a rua, cheira a escritório, a arquivos. Elizabeth enterrou o nariz no seu pescoço, inspirando profundamente, detectando aquele cheiro estranho que sentira antes, mas que decidira usar como combustível. — Vamos tirar tudo isso de você. Com movimentos lentos e deliberados, ela começou a despi-lo. Primeiro, ela desabotoou a camisa dele, puxando-a para trás até que os botões se soltassem e o tecido se abrisse, revelando o seu torso duro e quente. Em seguida, desabotoou o cinto e, com um puxão firme, baixou o zíper da calça. Sebastian ficou paralisado, observando Elizabeth se ajoelhar lentamente diante dele, o olhar fixo na sua ereção crescente. O traje vermelho carmesim e a cinta-liga que se agarrava às suas coxas agora estavam à altura dos seus olhos. Ela tirou a calça e a cueca dele com uma lentidão exasperante, como se estivesse abrindo um presente há muito esperado. Quando ele finalmente estava nu diante dela, Elizabeth olhou nos seus olhos, um sorriso faminto curvando os seus lábios. — Gosto mais de você assim. Ela murmurou. Elizabeth abaixou a cabeça e a sua boca se fechou em torno do seu pên*is com uma urgência que o fez estremecer. Sebastian soltou um gemido rouco, apoiando as mãos na parede para se firmar, enquanto a língua dela percorria o comprimento do seu grosso pê*nis com uma habilidade que ele não se lembrava de ter. Subia e descia, apertando e soltando, levando-o cada vez mais fundo na sua garganta. O vapor do banheiro, o aroma de sândalo e a visão da sua esposa ajoelhada diante dele, vestida apenas com o vermelho do pecado, o enlouqueciam. — Liz... oh, Deus... Ele ofegou. Os seus dedos cravaram-se nos seus cabelos, guiando o ritmo, levando-a cada vez mais fundo e mais rápido. Quando Elizabeth sentiu que ele estava tão duro que poderia quebrá-la, ela ergueu a cabeça, a saliva brilhando nos seus lábios, e olhou nos seus olhos, uma promessa selvagem nos seus lábios. — Esta noite você não vai apenas go*zar com a minha boca, Sebastian. Esta noite você vai sentir cada centímetro de mim. Disse ela com uma voz rouca, e antes que ele pudesse reagir, ela o empurrou com força para dentro da banheira. — Esta noite eu quero que você go*ze dentro de mim. Sebastian caiu para trás na água quente com um enorme respingo, o seu corpo nu espalhando-se por toda parte. Ele soltou um grito abafado de surpresa que se transformou num gemido quando Elizabeth se sentou no seu colo. A água transbordou pelas laterais, inundando o piso de mármore. — Me possua, Sebastian. Faça isso logo, po*rra. Ela ordenou contra os lábios dele, selando a sua boca com a dele numa mistura de amor e desespero. — Me faça sentir como sua pu*ta esta noite. Ele gemeu, e os seus instintos despertaram. Ele se esqueceu de tudo o mais. As suas mãos deslizaram até as nádegas dela, apertando-as com uma força que buscava tanto ferir quanto possuir. Os seus dedos cravaram na carne de Elizabeth, erguendo-a levemente para posicioná-la sobre a sua ereção antes que ela começasse a cavalgar. Elizabeth começou a se mover com uma fome frenética. Ela o cavalgou com força, impulsionando a pélvis contra a dele, buscando o ritmo que os faria explodir. Ela agarrou os ombros de Sebastian, cravando as unhas enquanto jogava a cabeça para trás. Os seus se*ios, úmidos e livres das fe*ndas da renda vermelha, balançavam contra o peito dele a cada movimento. Sebastian não era mais o advogado elegante. Ele era um homem descontrolado. Ele mordeu o pescoço dela com força, deixando uma marca vermelha, enquanto as suas mãos nunca soltavam as suas nádegas, movendo-a como bem entendia. Ele a levantava e a abaixava, ditando o ritmo e a profundidade de cada estocada. O som da água batendo violentamente contra as paredes da banheira preenchia o banheiro, misturando-se aos seus gemidos roucos. — Assim! Não pare! Elizabeth gritou, esfregando o c**t*óris contra ele, buscando desesperadamente o clímax que parecia tão próximo, mas que, por algum motivo, simplesmente não vinha. Sebastian baixou a cabeça e capturou um dos seus ma*milos úmidos com a boca, sugando com uma força quase violenta, enquanto a outra mão acariciava o outro se*io e beliscava o outro ma*milo. Elizabeth sentiu um choque elétrico que a fez gritar de prazer, mas naquele exato momento, sentiu o aperto dele afrouxar um pouco e os dentes soltarem o seu ma*milo. Embora ele continuasse se movendo, embora a suas mãos permanecessem na sua pele, Elizabeth percebeu que os olhos de Sebastian estavam perdidos no vapor. O aroma de sabonete caro e sândalo, em vez de excitá-lo, parecia lembrá-lo de outra coisa. Ela aumentou a velocidade, movendo-se com uma técnica feroz, quase mecânica, dando tudo de si para mantê-lo ali, mas sentiu-o escapar por entre os seus dedos. A excitação de Sebastian começou a diminuir justamente quando deveria ter explodido. O ritmo tornou-se pesado, forçado. Elizabeth inclinou-se para a frente, beijando-o com uma urgência que já cheirava a derrota, tentando encontrar a sua língua, mas ele já não respondia com a mesma fúria ou o desejo que o consumira ao chegar. Apesar dos seus esforços sobre-humanos, o corpo de Sebastian estava ali, mas seu desejo estava a quilômetros de distância. Depois de quase uma hora de tentativas que variavam do eró*tico ao exaustivo, onde os seus músculos doíam e a água esfriava, ele desistiu novamente. — Desculpe, Liz... Eu simplesmente não consigo. Não sei o que há de errado comigo. Disse ele com voz monótona, completamente desprovido de emoção. Ele saiu da banheira, encharcado, o corpo pesado e nu. Saiu sem olhar para ela, enrolando-se numa toalha como se quisesse se proteger dela, deixando-a sozinha na água, humilhada e com o traje vermelho carmesim colado a um corpo que, naquela noite, não era suficiente, e ela pensou que nunca mais seria.
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