Elizabeth baixou o olhar e continuou caminhando. Enzo parecia ser o tipo de homem com quem ela poderia conversar sobre qualquer coisa, até mesmo sobre alienígenas. — E você sempre surpreende as mulheres acompanhando-as até em casa depois de uma degustação? Ela perguntou com um sorriso. — Só aquelas que têm a coragem de admitir que não conhecem os detalhes técnicos. Ele respondeu, parando em frente à porta de madeira da vila. — Gosto de pessoas que não fingem. Eles ficaram frente a frente à luz de uma lanterna antiga. Enzo não tentou beijá-la nem forçar o momento. Simplesmente pegou a mão dela e a apertou suavemente, como um verdadeiro italiano. — Obrigado pela companhia, Elizabeth. Disse ele com aquele sorriso caloroso. — Fico feliz que você não tenha pedido um paraquedas no avião. —

