Elizabeth congelou por um segundo. Jurou por Deus que reconheceu aquela voz, aquele sotaque italiano carregado, aquela linguagem elegante, aquela pronúncia. Virando-se, viu uma camisa azul e um sorriso que parecia estar à sua espera. Era ele. O homem do avião. — Você? Disse ela, soltando uma risada. — Impossível! Você me seguiu até aqui só para ver se o vinho é melhor do que o da companhia aérea? — Digamos que o destino tem um bom senso de humor. Ele respondeu, apertando a mão dela casualmente, algo que não fizera no avião. — Sou Enzo Salvatore, o dono da vinícola. Elizabeth apertou a mão dele e sentiu um calor subir pelo braço. — Elizabeth Bennet. Disse ela, e por aquele único segu

