Orleans e Boregari

1331 Words

Otávio parou em sua casa para vestir roupas secas. Samanta esperava no carro, impacientemente, pois a prefeitura fecharia cedo. - Desculpa a demora. - disse Otávio, ao voltar para o carro. - Podemos ir. Ambos seguiram em direção a prefeitura, e ao estacionar o carro, Otávio pegou uma pequena ficha que comprovaria que ele trabalhava na biblioteca. Saiu depressa, com a ficha em mãos. No carro, Samanta só conseguia pensar se aquilo daria certo, e ela teria, enfim, acesso aos livros. Seus pensamentos variam entre a expectativa para lê-los, e a lembrança do beijo na lagoa. Quando Otávio retornou, com uma caixa, Samanta suspirou de alívio. - Estão aqui dentro. - disse, colocando-a no banco traseiro. - Não se esqueça que preciso devolvê-los amanhã mesmo. - Não vou me esquecer. Confie em mim

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