Isabela entrou em casa, as chaves estavam embaixo do tapete empoeirado, ela deveria se sentir feliz, mas não era assim que se sentia. Deixou os sapatos no canto e se jogou no sofá. — Italiano Idiðtα! Ficou roendo o cantinho da unha, foi para a janela, ficou horas ali, olhando para o asfalto e torcendo para que Luca mudasse de ideia. Estralou os dedos e lembrou de como isso irritava Santis. — Não precisa de dor para relaxar, bela. Isso se faz de outra forma. As pessoas do seu país têm por hábito ligar o sofrimento ao prazer. Está errado. — E no seu país a arrogância vem como molho do macarrão né? Naquele dia Luca havia ficado nas costas dela, massageou o pescoço de Isabela enquanto falou com calma. — Em Apúlia temos as mulheres mais lindas do mundo. — Deveria voltar para l

