O italiano colocava o m****o dentro da calcinha da ex-policial, se esfregando nela, sentindo a umidade se espalhar. Isabela implorava por mais, gemendo o nome dele. A voz dela quebrada pelo desejo, os olhos fechados, os dedos presos no lençol, movendo o quadril como se implorasse. — Luca... A mão dele subiu pela coxa de Isabela, a pele macia era o tipo de convite que ele nunca foi capaz de recusar. Continuou... segurando a rigidez onde queria entrar. — Quer? Me diz o que você quer, Bela... Você não é a mesma mulher que diz que não fomos nada... você é minha. Ela tentou se levantar, puxar — Quero você. Me fơde. Luca pairou sobre ela, se moveu como se estivessem fazendo amor. A língua dentro da boca parecia querer arrancar dela cada uma das noites que passaram longe. Ele a pressiono

