— Quero que você me reivindique como se fosse uma propriedade. Ela disse, inclinando-se para sussurrar no meu ouvido. A mudança de posição apertou a sua b*oceta em volta do meu comprimento e eu respirei fundo. — E se você me machucar, eu te direi. Você confia em mim para dizer pare, e eu confiarei em você para parar se eu disser. Parece bom? Por*ra, sim, parecia bom. Parecia bom demais para ser verdade, mas, novamente, essa era a minha Poppy, uma mulher feita como se o próprio Deus a tivesse projetado para mim. E talvez ele tivesse. Decidi confiar nela. Confia nele. Decidido, agarrei as suas coxas e me levantei, mantendo a sua pélvis presa à minha enquanto me aproximava do sofá. Eu a beijei, um beijo suave e ardente, um lembrete do quanto eu a amava antes que a minha parte áspera assumi

