— Tire. Eu disse, abaixando o queixo para indicar a minha cueca boxer preta. Ela o fez, puxando ela impacientemente dos meus quadris, e eu gemi quando a minha ereção finalmente foi liberada. Ela pressionou os lábios macios e vermelhos na pele sedosa do meu pa*u. — Deixe-me chupar você. Ela sussurrou. — Deixe-me fazer você se sentir bem. Encontrei os seus lábios com o meu polegar, passando-os ao longo da parte inferior e puxando-os para baixo para abri-la mais. — Fique quieta. Eu disse a ela, e então guiei meu pa*u na sua boca esperando. Pu*ta mer*da. Pu*ta me*rda, isso foi bom. Ela tinha feito isso no sábado, mas eu tinha esquecido que a boca dessa mulher era como um pedaço do céu, quente e úmida e com aquela língua trêmula e vibrante que dançava ao longo da parte inferior do meu pa*u

