Fecho os olhos e continuo o meu banquete. Já nem sei se estou fazendo isso por ela ou por mim, mas o gosto é tão bom que não quero desviar o olhar. Chego a me imaginar encharcado por todo o corpo. Gabriela finalmente go*za na minha boca, e eu ajo como um cão sedento. Não paro de chupar até que o seu corpo relaxe. — Ninguém nunca me fez go*zar assim. Ela confessa, rindo enquanto se vira. — O que você tem na boca, Lauro? Um liquidificador? — Um que só vai te triturar. Sorrio maliciosamente. — Agora tire a roupa, não tenho todo o tempo do mundo, querida. — O quê? — Tire a roupa, depressa. Ordeno, olhando para ela com falsa raiva. — Você não é uma princesinha, não agora. — Você é um selvagem, um can*alha. Ela rosna, mas obedece e termina de se despir. A minha boca fica aberta e eu pareç

