— Eu seria um monstro que só viveria para você. Ele me garante. Após essa declaração, algo se acende dentro de mim e eu esqueço completamente que ainda estamos num hospital. Eu o monto, desabotoo a sua camisa às pressas e ele tira a minha blusa. — Não quero usar camisinha. Ele diz, tremendo, quando estamos completamente nus no sofá. — Não quero. Preciso sentir você. — Eu disse não. — Posso terminar fora. Mordo o lábio, considerando a ideia por um instante, mas no fim, não cedo. — Ah, droga, ainda é tão gostoso. Ele geme enquanto me penetra depois de colocar a camisinha. — Como você faz isso, meu amor? — Porque… Ah, não sei, só se mexa. Eu ordeno, movendo meus quadris. Agarro a nuca dele e deixo que ele dite o ritmo das estocadas. Embora eu esteja ansiosa para senti-lo por completo,

