Rafael olhou para Clara, que parecia prestes a explodir em mil pedaços. Ele não podia deixar as coisas continuarem daquele jeito. Pegando o celular, ligou para seu motorista, mantendo o tom firme e direto: "Quero você e a limusine no aeroporto agora. Não demore." Desligando o telefone, ele encarou Clara, a expressão no rosto mudando de determinação para preocupação genuína. Ele sabia que sua esposa estava ferida, mas ainda não entendia o que havia acontecido para ela estar naquele estado. "Clara, anjo, me diga o que está acontecendo." Sua voz era baixa, quase um sussurro, mas carregada de autoridade. Clara respirou fundo, como se estivesse tentando se controlar, mas a fúria a dominou antes que pudesse processar qualquer coisa. Ela explodiu. "Você quer saber o que está acontecendo, Raf

