Capítulo 28 – Contagem Regressiva

1505 Words

A claridade tênue que atravessava a fresta da janela m*l iluminava o chão frio onde Isabela dormia. Seus olhos estavam abertos muito antes do amanhecer. Observava o movimento dos guardas que revezavam a porta, o som ritmado dos passos, a frequência das idas ao banheiro, os cochichos entre os turnos. A mente dela trabalhava em silêncio, conectando detalhes, medindo os tempos de cada vigilante. Durante os últimos dias, ela simulou passividade. Calada, imóvel, quase invisível. Mas enquanto os capangas achavam que ela havia desistido, Isabela arquitetava. Havia memorizado o horário em que um dos capangas deixava o molho de chaves sobre uma cadeira ao lado da porta. Havia identificado onde era deixada a vassoura com haste de metal. Agora, começava a guardar pequenos itens: um grampo de cabelo

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