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809 Words
Fazia um ano em meio que eu avia me estabelecido no rio, o clima era quente e caótico a cidade possuía uma beleza escondida, que raramente mostrava aos visitantes do mundo todo, minha tia morava aos fundos da praia, uma visão privilegiada da cidade. Oque era o máximo de luxo que eu recebia naquela casa, pensei que tudo seria maravilhoso, quando desembarquei na cidade pela primeira vez o Cristo Redentor parecia abrir os braços para min como quem diz, (bem-vinda filha) mais foi só chegar ao apartamento que tudo foi por água a baixo, eu cuidava da casa e dos gêmeos, limpava lavava, e cozinhava. Minha tia possuía uma lojinha de artigos de luxo, então quase nunca estava em casa, eu era a substituta dela. Nós primeiros meses Stephen não falava comigo, mais do que o necessário era mais. — bom dia — ele murmurava de cabeça, baixa nunca me olhava diretamente. Mais em algum ponto isso mudou, eu não fazia ideia de quando ele começou a me olhar diferente, mais a cada dia ele me tocava mais, primeira ele esbarra quase sempre, em meu corpo. Sua mão sempre sobre caia em alguma parte do meu quadril, no começo ignorei e me repreendi por pensar assim do marido amoroso, da minha tia. Mais ele avia se tornado mais ousado, às vezes ele tocava, em meus s***s ele nem fingia mais que fora sem querer. No natal fui ao banheiro, ele apareceu logo em seguida segurando a porta com o pé seus olhos eram selvagem e famintos sobre min, por sorte minha tia avia aparecido também, eu não era a única a perceber suas intenções. Mais assim como eu, ela fingia que era um m*l-entendido.fingia não ver, agora ele a beijava olhando fixamente para min. Suspiro contendo a repulsa. — vamos crianças vocês têm que pegar a condução — os gêmeos murmuram, coisas que não entendo, todo mundo na família fala inglês e português, bom menos eu às vezes acho que eles estão me xingando sem que eu saiba! — vamos, vamos — os dois loirinhos se levantam aos resmungos os dois são a cópia do pai, Ben tem os olhos mais escuros mais os dois são loiros de olhos azuis e lábios finos, como o pai. Minha tia, por outro lado, era uma mulata esbelta de cabelos castanhos e olhos castanhos como o mel, boca carnuda e ostentava um leve bronzeado que avia tomado na piscina do prédio. Eu, por outro lado, não parecia com ninguém, eu definiria minha cor como azedo, como minha mãe carinhosamente avia me apelidado, ela dizia que eu era uma mulher branca azeda de tão branca, era possível enxerga minhas veias verdes no meu pulso. O único triunfo que eu tinha era meus cabelos loiros cor de ouro .longos que chegavam, até minha cintura, eu tinha uma boca carnuda e olhos claros, que eu não sabia de quem eu avia puxado, eu não conhecia meu pai, e nem ninguém da minha família. Minha avó costumava dizer que minha mãe avia saído um dia e teria voltado grávida. Acompanho os gêmeos até a portaria, não demora muito para caravana aparecer. Assim que embarco às duas pestinhas subo pro apartamento, estou sempre atrasada para faculdade por conta da rotina com os gêmeos, suspiro fundo e passo pela cozinha onde somente minha tia se encontra sentada na cadeira. — tenho que ir tia, bom trabalho — ela sorri sem graça. — você está livre mais tarde? — olho para ela confusa. — acho que não tenho prova e não sei quando vou voltar! — ok, Rebecca meu marido tentou fazer algo com você? — encaro minhas mão envergonhada — eu sinto muito — ela sussurra. — eu também — admito. — por favor tente aguentar um pouco mais! — você quer que eu vá embora? — sussurro, ela bufa. — sim, quero, mais isso não resolvera, meus problemas meu marido não vai parar de me trair com você aqui, pelo menos eu posso controlar a situação e você que cuida da casa.então fique! Mantenho a cabeça abaixada. — sinto muito repito — ela sorri. — Rebecca passe em medicina, nunca fique dependente de homem como eu e a estúpida da sua mãe ficou! , seja alguém ao invés de esperar por alguém. Levanto a cabeça, seus olhos estão cheios de amargura.e dor de uma vida toda de luxos e tristeza. — por que não larga dele? Você tem uma loja — ela gargalha. — ele me tomaria meus filhos no dia seguinte e retornaria prós os Estados Unidos, por mais que eu receba bem da loja eu não recebo por mês metade do Stephen recebe por dia! Eu estou presa na minha própria gaiola de ouro. — preciso ir — sussurro e me retiro da do ambiente. Agarro minha mochila com meus livros e corro para faculdade
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