14 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo — Ei, ei... O que ‘tá havendo? — Era Naval. De toque bruto, ele pegou meu queixo ‘pra erguer meu rosto e fitar meus olhos, parecendo preocupado. Após aquele horrível mäl-estar, a sensação só piorou com o traste tentando fazer contato. Tudo pareceu simplesmente apagar e só lembro de chorar. — E-Eric... E-e... e-ele... ‘tá aqui! Ele soltou meu queixo para passear com a mão em meu pescoço até pousá-la em minha nuca. Com seu jeitão bruto, ele me puxou ‘pra me envolver. — Precisa manter a calma — pediu o impossível! Deu ‘pra sentir ele pôr dois dedos em meu pescoço. Pareceu contar baixo — o que tocou meus nervos, me deixou ainda mais agoniada. — Calma... — Ele insistiu. Eu me sentia tonta. As lágrimas seguiam vazando. Minha cabeça parecia q

