11 de maio de 2015, Morro do Batan, Realengo — Sabe que o papo não é assim... Vou deixar Radij cuidar, como sempre faço... — Dava ‘pra ouvir Naval falando da cozinha enquanto eu descia. — Entendi. O senhor parece cansado. Devia descansar, ‘né!? — Era o menino que o acompanhava. Soou bastante preocupado. Quando desci, Naval logo olhou ‘pra trás. — Bom dia, linda! — Ele sorriu de canto. — Bom dia, meninos... — Dia. — Miguel sorriu. — Hoje, já esquematizei ‘pra você encontrar a mina do colégio. — Naval falou. — Ela precisa subir, então eu já te ajudo com isso — sorriu. — ‘Brigada. — Então, pai? — O menino o olhou. — Seu pai tem trabalho. Piloto ‘tá chegando e quero garantir que ‘tá bem. Ainda tem que receber a tropa que mandei. — Naval lhe sorriu despreocupado. — Se cuida, pai! — M

